Dia do homem
É um dia de alerta para os marmanjos cuidarem da saúde.
Os homens se expõem a mais riscos no trânsito e situações de violência que as mulheres. Fumam e bebem mais que as mulheres e têm mais riscos cardiovasculares. Ainda exageram na ingestão de gordura levndo ao sobrepeso. Sem contar que se estressam, se deprimem e se reprimem.
O pior é que em geral não pedem ajuda médica, psicológica, psiquiátrica ou nutricional. Só procuram ajuda profissional quando a situação da sua saúde é crítica. Não à toa que os brasileirosvivem 7 anos e meio menos que as brasileiras.
A dificuldade dos homens em cuidar da saúde é algo cultural. A recusa em buscar apoio, dizem os profissionais de Saúde, é por receio de o macho parecer fraco e pelo medo de descobrir uma enfermidade. Na tentativa de reverter esse quadro, programas públicos incentivam a mudança comportamental do sexo masculino quanto ao cuidado pessoal. Uma delas é o aumento de atividades do Dia do Homem, celebrado dia 19 de julho em todo Brasil.
Então, homens, mãos a obra e cuidem da sua saúde, estética e vivam uma vida na plenitude.
E, no final, o que todo homem quer é saúde para desfrutar daquilo que mais gostam de ganhar no Dia do Homem, aquele olhar sincero.
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Rock na Cabeça
O 13 de julho é difundido como a data comemorativa do Dia do Rock
O rock sempre foi mais do que um gênero musical. O rock é um estilo de vida. Quem respira dessa atmosfera tem a atitude como sinônimo.
Apesar de todo dia ser o dia para cultuar os seus ídolos e se inspirar nos seus looks, o 13 de julho é difundido como a data comemorativa do Dia do Rock.
É com muita ousadia que os roqueiros vêm ditando moda, criando tendências e inspirando diferentes gerações.
E os cabelos desses rock stars sempre foram copiados por sua legião de fãs e seguidores.
Abaixo alguns icones do rock e sua tendências mudialmente difundidas que ainda faz a cabeça de muita gente.
Rockabilly
Fazendo referência ao rock e a música country – conhecida como música Hillbilly, a tendência Rockabilly é um estilo inspirado no gênero musical homônimo que surgiu como um sub-gênero do Rock ‘n Roll na década de 1950.
Os precursores dessa tendência são conhecidíssimos nomes da música, como Elvis Presley, Johnny Cash e Jerry Lee Lewis e seus famosos topetes.
Corte Vintage
Estilo com ar de Woodstock consagrado nas décadas de 1960 e de 1970. Os fios compridos e soltos fez a cabeça de muito roqueiro de plantão e foi aderido pela galera que curte os grandes expoentes do rock como Robert Plant, do Led Zeppelin
O estilo funciona tanto para quem tem cabelo liso quanto encaracolados. O cuidado é para que os cabelos não fiquem emaranhados e com aquele aspecto de “sujo”.
Para alcançar o visual perfeito, shampoos, pomadas modeladoras e aquela visita ao barbeiro são fundamentais.
Corte Moicano
Com projeção no final dos anos 1970 com o movimento punk, o corte moicano é uma alusão à resistência dos índios moicanos, que, assim como os punks, enfrentavam um sistema opressor.
O corte, usado diversas vezes por Anthony Kiedis, do Red Hot Chilli Peppers, funciona melhor nos homens descolados. No entanto, veja se ele se adequa ao seu estilo de vida. Vale para quase todos os rostos, tirando os muito redondos.
O moicano apresenta algumas variações tendo dos mais ousados aos mais discretos, para todas elas adote uma boa pomada para modelar. E o mais importante, não se descuide: faça a manutenção de 15 em 15 dias no salão e use produtos apropriados para o seu tipo de cabelo.
Corte Indie
Simples e despojado o estilo indie foi uma sensações dos anos 2000. Funciona bem em todas as idades e basicamente consiste no cabelo curto, penteado na frente e nos lados, com o mesmo comprimento. Os rostos quadrados são os que mais se adequam, com uma necessária ajuda de bons shampoos e finalizadores.
Para finalizar e deixar aquele aspecto de espinhos voltados para baixo, utilize uma pomada modeladora, que dará um efeito bagunçado e charmoso.
Corte Emo
Originário nas nas bandas de rock, o estilo “emo” é muito popular entre os jovens. Nomes como o do vocalista do My Chemical Romance, Gerard Way, tornaram o visual mais famoso nos últimos anos. Mantenha os fios bem lisos e não abra mão de produtos adequados a ele, como pomadas.
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Estilo Anos 90
Os anos 90 voltam a estar presente entre as tendências que nunca abandonam as passarelas. Os anos 90 serão eternamente recordados pelo forte apelo rock e atitude levemente agressiva.
O estilo grunge, em um corte de cabelo mais alongado com uma pegada rocker, estilizando o cabelo para um corte mais desgrenhado, típico do período.
Grunge, além de um estilo musical
Camisa xadrez, jeans rasgado e tênis All Star nos pés é uma combinação ícone do estilo grunge, muito usado por personalidades do punk e do rock, principalmente nas décadas de 80 e 90 onde o modo de se vestir e de agir eram grandes aliados da personalidade forte de jovens da época”.
Mas, afinal o que é grunge? Ele é “um subgênero do rock alternativo que surgiu no final da década de 1980 inspirado pelo hardcore punk, pelo heavy metal e pelo indie rock. A estética grunge é despojada em comparação a outras formas de rock, e muitos músicos grunge se destacaram por sua aparência desleixada e por rejeitarem a teatralidade em suas performances”.
Totalmente inspirado no movimento do Rock o estilo grunge até hoje está em alta e algumas peças-chave do estilo são usadas em outros diversos estilos e combinações, por exemplo a camisa xadrez (seja normal ou de flanela).
Mas não só de uma camisa xadrez se faz o estilo grunge! A barba comprida, o jeans desgastado, o visual um pouco despojado e “largado” são as características icônicas do visual. Kurt Cobain, o vocalista do Nirvana, é um dos maiores ícones desse estilo.
O estilo não desenvolve uma tentativa consciente de criar uma moda atraente. O jornalista musical Charles R. Cross disse: “Kurt Cobain era muito preguiçoso para lavar o cabelo”, e Jonathan Poneman, da Sub Pop, disse: “Isso [roupas] é barato, durável e é uma espécie de intemporal. Também corre na contramão da estética toda chamativa que existia na década de 1980″.
Cabelos mais longos e desgrenhados, inspirados nas bandas de rock , Grunge e Hard Rock
inspiração kurt Cobain e Axl Rose
-Versão 2013
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Todos Somos Gerson
Assim é o homem que engana o seu próximo, e diz: Fiz isso por brincadeira. Provérbios 26:19
Fernando Henrique se tornou viral. Dilma é um vírus. Lula a virulência. A política contaminada pela promiscuidade dos partidos e dos políticos
é mais contagiosa que o HIV ou Ebola. Infectou o Congresso, infectou Brasília, infectou o Brasil. O que. O que o cidadão está precisando é de proteção. Proteção da atual política no vício político com base na Lei de Gerson. Somos um povo que gosta de levar vantagem. E patrocinamos tais vantagens. O problema na aplicação da política da vantagem foi a vantagem dos políticos. A primazia requer inferioridade, mediocridade, subalternidade. Esta primazia na nossa política atual não deseja a hegemonia. Ela nos agride os ouvidos ao assassinar nossa Língua e nossos direitos na total inversão dos valores . Com o intuito de prosperar, enganaram a muitos com promessas de prosperidade. Como uma pomba facilmente enganada pagamos caro aos nossos salvadores; uma hora apelamos para salvador encarnado de O Filho do Brasil. Outra hora voltamos para o agora, o viral Fernando Henrique Cardoso. Falsas polarizações no jogo de peso e medidas onde quem leva mais do ouro e das riquezas do Brasil são os políticos enquanto enganam multidões de brasileiros? É sem dúvida mais fácil enganar uma multidão do que um só homem.
Combinaram enganar com mentiras, enganando com balanças desonestas.
Nós brasileiros que temos tal instinto percebemos o quanto isto tem sido nocivo para a nossa supremacia. Esta Lei de Gerson aplicada a nossa política em todas instâncias das nossas relações tem sido nociva. A nossa condição de desvantagem é econômica. Logo, precisamos aplicar a Economia com base na Lei de Murphy, segundo o enunciado de que se algo pode dar errado, algo dará errado, e não seguirmos mais a política do governo com base na Lei de Gerson, se algo pode dar errado, não tem problema, pois mesmo que der errado, a gente dá um jeitinho de fazer parecer certo. O fato é que a maioria do povo já se beneficiou com tal lei e ainda se gaba por ser mundialmente famosos por isso.
A corrupção fere os investimentos públicos, fere a saúde, fere a educação, fere a infraestrutura, fere a segurança, fere a habitação, fere os direitos essenciais à vida, e fere criminalmente a Constituição quando amplia a exclusão social e a desigualdade econômica. Mais terrificante que a supremacia dos governos é a supremacia do Mercado Financeiro. A Lei de Gerson aplicada a economia dos governos e do Sistema Financeiro a maioria paga duas vezes sete, vezes sete, mais isto é assunto para outro entendimento.
Gérson somos nós. Eis nosso dilema. Então devemos exigir a igualdade na aplicação da Lei de Gerson.
Todos querem o melhor para si – e que mal há de haver nisso?
O problema de um instinto é quando ele se apropria em demasia outros instintos. O homem que não entende os seus instintos produz uma sociedade com polaridades extremas. Temos que reaprender o significado das hierarquias e das vantagens.
Estamos presos a Lei de Gérson. E todos queremos festa. Sejamos honestos com a nossa corrupção exigindo igualdade de direitos nas benesses que temos como direito na Constituição. A frequência dos escândalos políticos na política brasileira, tais como fraude, corrupção, lavagem de dinheiro, superfaturamento, entre outros, se enraíza na cultura popular como sinônimo de levar vantagem acima de tudo, sem respeitar códigos éticos ou morais.
O fato é que a maioria de nós brasileiros moldados na cultura da Lei de Gerson, segundo nos fazem pensar, agir e representar no Congresso não recebemos as benesses desta Lei.
Já que, em meio à nossa barafunda legal, a propina é questão de sobrevivência e só ela faz a economia andar, diante das dificuldades na mudança de tal cultura política público e privada, devemos exigir a igualdade na aplicação da Lei de Gerson.
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Homens, Mulheres e Vaginas
Dizem os homens que o problema da vagina é a mulher.
Sem dúvida, o canal do órgão sexual feminino desperta nos seres humanos muitas fantasias e mitos.
Apesar de não vivermos mais na Idade das Trevas, falar sobre genitais independente do sexo ainda é um tabu.
Entretanto, no cotidiano das brincadeiras masculinas existem os comentários sobre vaginas. Natural, afinal é a “perseguida” que os homens mais procuram. Alguns dizem que o casamento é a forma mais cara de se ter uma “buceta” de graça.
E de tão popular a vagina recebe muitos nomes que são repassados, apesar de considerados imorais ou chulos do ponte de vista de muitas culturas e religiões. E até ganhou um espetáculo com proporções internacionais produzido em mais de 150 países e traduzido para mais de 50 idiomas, com depoimentos verídicos de mais de 200 mulheres colhidos em todo o mundo abordando de maneira bem humorada, direta e livre de preconceitos uma reflexão sobre a relação da mulher com sua própria sexualidade.
E não deve ser fácil para a mulher lidar com os conflitos e desejos de sua vagina diante de um universo masculino e feminino tão machista.
Logo, as brincadeiras que os homens fazem sobre a vagina nos faz pensar sobre o comportamento feminino em relação a sua “área vip” e o quanto isto afeta o comportamento masculino em relação as “xoxotas”.
Genericamente, “vagina” é algo que “envolve” outra coisa. O nome significa em latim “bainha de rola”, ou seja, um estojo que guarda a lâmina de nervo de uma arma negra ou branca.
Mas, acredito que a maioria das mulheres ainda não possuem uma intimidade “verdadeira” com sua amiga “popoca”.
O homem é estimulado a brincar com seu “bilau”, mas as meninas sofrem de preconceito vaginal Não existe um estímulo para as meninas se conhecerem. Já ouvi de algumas que só tiveram a curiosidade para explorar visualmente a região na adolescência e com muito sentimento de culpa e medo. Acredito que essa curiosidade natural deve ser o primeiro cuidado da mulher na busca de autoconhecimento explorando sua região genital.
Seria deste fato que origina o tabu dos orgasmo feminino, a ideia criada que dificulta uma grande parcela de mulheres de atingirem o orgasmo?
Profissionais da área (psicólogos, urologistas e ginecologistas e sexólogos) relatam que pesquisas revelam que milhares de mulheres ainda não sentem orgasmo durante a relação com seus parceiros. “Existe uma porcentagem de mulheres que nunca tiveram um orgasmo, cerca de 40%. Dessas, 70% sentem o orgasmo através do clitóris, que pode ser pelas mãos, por instrumentos ou mesmo numa relação.
Logo, caros amigos, é necessário não apenas que as mulheres explorem sua “desejada”, mas que os homens também tenham a liberdade de explorar a “racha” das suas companheiras em todas as suas peculiaridades.
Temos que romper esta mentalidade de que as genitais, o sexo seja ligado a algo “sujo”, “mau”, proibido e usado em nossa sociedade como uma fonte apenas de lucro e opressão. Usado como o prato principal de uma mídia doente que mantém esta perturbação e compulsão geral. Que a mulher que desfruta os prazeres da sua “pombinha” não seja colocada numa posição de submissão ou tida como “vagabunda” por gozar da alegria de uma vida plena de liberdade sexual. Que nossas crianças e adolescentes saibam sobre suas genitais de forma tranquila, não condenatória ou proibida como ainda é incutido em nosso pensamento.
Que o nosso desejo seja por “katchangas”, e não por serem proibidas. Existe muita diferença entre uma coisa e outra. Vaginas independentes emocionais, financeiras, livre da doença da exploração sexual, da violência sexual e usadas como artifício para a venda de produtos.
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A Cultura do Gênero

. O prefixo trans significa “além de”, “através de”.
Buck Angel prova que não é preciso ter algo pendurado entre as pernas para ser homem
Vivemos em uma cultura que divide tudo em gêneros, desde sentimentos, objetos e comportamentos. É uma nomenclatura que de certa forma organiza a sociedade.
Deste o útero sofremos esta cultura do gênero. Biologicamente somos determinados como o masculino e o feminino. Mas existem entes humanos que estão além destas atribuições do gênero biológico designado no nascimento e mesmo outros que estão em constante trânsito entre um gênero e outro. Estes são rotulados como “transgênero”. Mas, as pessoas consideradas “trans” não são tão diferentes do cisgênero, termo utilizado para se referir às pessoas cujo gênero é o mesmo que o designado quando do seu nascimento e tendo uma concordância entre a identidade de gênero e o sexo biológico, sendo o seu comportamento ou papel considerado socialmente aceito para esse sexo. O transgênero também se orienta a partir dos modelos pré estabelecidos no contexto social e psicológico do gênero feminino ou masculino.
Transgênero é um conceito abrangente que engloba grupos diversificados de pessoas que têm em comum a não identificação com comportamentos e/ou papéis esperados do sexo biológico, determinado no seu nascimento. Esses grupos não são homogêneos dado que a não identificação com o gênero de nascimento se dá em graus diferenciados e refletem realidades diferentes.
Além da identidade de gênero biologicamente determinada existe a identidade de gênero entendida como “a vivência interna e individual do gênero tal como cada pessoa a sente, seja correspondente ou não ao sexo biológico.
Transgêneros são pessoas que de alguma forma não se encaixam , isto é, se ajustam aos padrões de gênero impostos pela sociedade a todos os seus membros.
Alguns transgêneros sofrem apenas “leves desencaixes”, que ocorrem de tempos em tempos e se manifestam preponderantemente na forma de travestismo. Os casos “mais agudos” de transgêneros impõem mudanças radicais no próprio corpo do indivíduo, a fim de que ele encontre um mínimo de conforto físico e psíquico e de dignidade social. logo, é uma vivência pessoal que incluir a modificação da aparência do corpo e das funções corporais por meio farmacológicos ou cirúrgicos, por livre escolha da pessoa, além de aspectos relativos à vestimenta, aos modos e à fala”.
Transfobia
Nossas instituições sociais, nosso pensamento e psicologismo rigidamente construído em cima do binômio masculino/feminino carecem inteiramente de meios para lidar com pessoas que não se enquadram nem em uma nem em outra dessas categorias.
É um despreparo crônico refletido em pequenos detalhes do nosso cotiano como por exemplo, a rígida divisão dos sanitários públicos em masculino e feminino, que ignora completamente as necessidades do público transgênero. Também os transgêneros sofrem de situações mais complexas, como o nome da pessoa no registro geral, na carteira de habilitação, na certidão de casamento, no diploma de conclusão de curso, etc, etc.
Como quaisquer outros cidadãos, pessoas transgêneras também se casam, constituem famílias, têm filhos, dirigem automóveis, pagam impostos, frequentam escolas e, naturalmente, utilizam sanitários públicos.
O grande problema é que, não havendo uma categoria de gênero socialmente reconhecida para acolhe-las, as pessoas transgêneras estão obrigadas a viver na marginalidade, acintosamente excluídas do gozo da cidadania a que têm direito e sendo submetidas a todo tipo de constrangimento diante das situações mais comuns e triviais para as demais pessoas. Todos estes aspecto não deixa de ser um sentimento tão comum em nossa cultura quando falamos sobre a transgenia, a transfobia.
A transfobia é a discriminação relativa às pessoas transexuais e transgêneros. Seja intencional ou não, a transfobia causa severas consequências para quem por ela sofre a discriminação. Os ditos transsexuais também podem ser alvo da homofobia, tal como homossexuais podem ser alvo de transfobia, por parte de pessoas que incorretamente não distinguem identidade de gênero de orientação sexual.
A transfobia também é definida como aversão sem controle, repugnância, ódio, preconceito de algumas pessoas ou grupos contra pessoas e grupos com identidades de gênero travestis, transgêneros, transexuais, também denominados população trans.
Historicamente, há uma sobreposição dos papéis socialmente construídos para homens e mulheres às anatomias genitais tradicionalmente entendidas como feminina (vagina) ou masculina (pênis). Essa sobreposição leva ao entendimento da categoria sexo como algo universal (todos os seres vivos teriam sexo), binário (macho e fêmea) e globalizante das identidades e papéis sociais. Assim, pessoas e grupos trans vivenciam vários níveis de discriminação, o que incorre em sofrimento e negação de direitos.
Acima e abaixo de todas esta nomenclaturas que rotulam e determinam a humanidade, temos vidas humanas.
O Brasil comemora nesta quinta, 29, o Dia Nacional da Visibilidade de Travestis e Transexuais, data que marca a luta pelos direitos humanos e respeito à identidade de gênero e em busca do direito à vida sem preconceito e discriminação.
O dia é celebrado desde 2004, quando o Ministério da Saúde e entidades da sociedade civil lançaram a campanha “Travesti e Respeito”, em reconhecimento à dignidade dessa população. Ainda hoje, a população brasileira de travestis e transexuais tem grande dificuldade no acesso à educação, ao trabalho e à saúde, assim como sofre violência e é desrespeitada de forma contumaz.
Dados indicam que a população trans vem sendo a mais violada e violentada entre a população LGBT no país. O último Relatório de Violência Homofóbica publicado pela Secretaria Especial de Direitos Humanos da Presidência da República aponta que grupos de travestis e transexuais ainda são os mais suscetíveis à violência, que se expressa através de injúrias, agressões físicas e psicológicas e assassinatos todos os dias.
É necessário muito trabalho ainda para que possamos realizar a despatologização das identidades trans”, dando visibilidade a diversas vozes sobre as experiências culturais, políticas e subjetivas de gênero e sexualidade.
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O Medo
O medo é uma das forças mais brutais na natureza. Não é algo ruim.
A milhares de anos nossos antepassados sobreviveram por possuir um comportamento extremamente medroso vivendo sempre em fuga do perigo. Mas, muitas coisas mudaram desde então.
Nosso cérebro humano evoluiu diante das contingências para ser extremamente medroso e sensível ao medo.
Apesar de não vivermos mais em situações extremas na natureza, a força do medo infelizmente ainda é a energia motora utilizada no aprendizado, condicionamento e controle social da humanidade.
Haja visto a forma como os governos, líderes religiosos manipulam a massa.
Há quem diga que mesmo vivendo civilizadamente, a quantidade de situações e estímulos que nos causam receio e medo hoje é incalculavelmente maior. Vivemos uma explosão de medo no mundo. Terrorismos, atentados, guerras, fome, inflação, falta de bens de consumo básico, fome , epidemias e morte. Não precisaria ser deste jeito, mas isto é um fato.
Assim, o medo não é uma abstração. Ele só existe em relação a alguma coisa. Mesmo que seja em relação a alguma ideologia, crença ou sobre o que designamos por medo.
O homem sofre por medo. O medo do vir a ser, o medo do não ser. O temor sob a ideia acerca de determinado fato nos torna cego diante da coisa tal como é e sobre o que pensamos que ela seja.
O medo como resultado do rotular, do nomear, do projetar um símbolo para representar um fato.
Ou seja, o medo não é independente da palavra. E mediante as palavras, símbolos e interpretações fugimos do medo na ilusão de entendê-lo.
Somos condicionados ao temor do desconhecido, ao temor das mudanças e ficamos aprisionados ao cotidiano por mais sofrimento que este estado do ser nos cause.
A mente com medo não é inteligente quando foge do fato e não o observa com clareza.
Somente numa completa comunhão com o fato é que o medo desaparece. Só há libertação e liberdade em relação ao medo quando a mente é capaz de observar o fato sem nenhum tipo de tradução, atribuição de nome ou rótulos.
O autoconhecimento é o começo da sabedoria e o fim do medo.
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Lamber, Umber, Retro e Metrossexuais
Os holofotes da moda masculina não costumam se acender com tanta frequência.
Entretanto, agora os homens voltam para algo maior que uma tendência, um novo comportamento, o cuidado com a sua beleza.
No contexto de rotular o comportamento masculino diante do seu cuidado com a estética existem os metrossexuais levam a vaidade até as últimas consequências.Os ubersexual que é um meio-termo entre o exagero metrossexual ( extremamente vaidoso) e o retrossexual (estilo tradicional, à moda antiga).
Ubersexual é um comportamento atribuído ao homem moderno e sofisticado, que gosta de cuidar da aparência sem ser exagerado. “Über” é uma palavra alemã que significa “sobre”, “por cima”, “além”, que corresponde em português às expressões “super”, “o máximo”, “tudo de bom”.
O conceito de ubersexual é um meio-termo entre os padrões masculinos metrossexual (extremamente vaidoso) e retrossexual (estilo tradicional, à moda antiga). Apesar de demonstrar sensibilidade e alguma vaidade, a sua masculinidade nunca estará em causa.
Algumas características que definem o ubersexual são: ter aparência cuidada, estilo moderno, usar acessórios, porém sem exageros, ser um companheiro fiel e dedicado, não ter atitudes grosseiras e indelicadas – típicas de homens pouco evoluídos.
Bono Vox, Ewan McGregor, Bill Clinton, Brad Pitt e George Clooney são alguns dos homens famosos que se encaixam no modelo ubersexual. Alguns desses homens se destacam pelo charme, inteligência e envolvimento com causas sociais.
No final de 2014 surgiram os lumbersexuais fazendo sucesso em todos os cantos do mundo. A palavra, com o prefixo “lumber”, vem do inglês lenhador, que inspira o novo comportamento e estilo difundido entre os homens, popularizado nos EUA e Europa.
Os fiéis a esta nova modalidade continuam sendo vaidosos, só que com ares mais despojados, sem tanta preocupação com rituais de beleza e que cultivam barba mais espessa, que geralmente combina com uma cabeleira mais penteada.
É difícil saber até onde e isso é uma tendência ou apenas uma zoação (?).
O legal é brincar com tudo isto não levando nada tão ao pé da letra da frivolidade dos modismos
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