Você sabe a Diferença da Cerveja Artesanal e a Industrial?
Os pequenos produtores com suas receitas diferentes de cervejas experimentais caíram no gosto do brasileiro e do consumo de massa. Os amantes da cerveja para consumo próprio vislumbram o passatempo etílico como alternativa de trabalho.
Diferença entre cerveja artesanal e industrial

O English IPA, com seu forte aroma de lúpulo; a American IPA, sutilmente mais amarga que a versão inglesa; o Imperial IPA, que surgiu para agradar quem goste de cervejas mais amargas e com maior teor alcoólico.
Ao contrário das grandes marcas de cervejas industrializadas, a cerveja artesanal é aquela cujo processo de fabricação é feito de modo mais “caseiro” e tradicional.
A beleza das cervejas artesanais consiste na visão única do produto herdada e lapidada no gosto impar dos cervejeiros que deixam o seu perfil e características sensoriais no resultado final do produto. Muito mais elaboradas na produção por mestres que costumam acompanhar o processo de fabricação do começo ao fim. Bastante comum
nessas características o resultado dos lotes de um mesmo rótulo sair diferente, fato que não ocorre nas cervejarias industriais, onde cada lote é meticulosamente idêntico ao outro.
Os ingredientes são outra característica que marca a diferença entre a cerveja artesanal e a industrial. Nas cervejarias artesanais o responsável pela produção tem a liberdade de testar a combinação de diversos tipos de ingredientes, diferentes variedades de lúpulos, tipos distintos de leveduras, diversos graus da tosta dos grãos e etc. Muitos desses ingredientes são importados de diferentes países, como França, Alemanha, Austrália, EUA, Nova Zelândia e muitos outros.
Cerveja O Barbeiro

IPA é a sigla para India Pale Ale – cerveja pálida indiana, em tradução livre para o português. Trata-se de uma tipo de cerveja que surgiu no século XVIII, no período colonial, e que, inicialmente, era fabricada, com exclusividade, para os oficiais do Exército Britânico que residiam na Índia.
A cerveja surgiu da necessidade de que fosse produzido uma bebida que ajudasse os oficiais a suportar o calor intenso e a ausência de água potável. Pelo fato do processo de fabricação ser realizado em território inglês e a viagem à Índia ser longa, a IPA era feita com bastante lúpulo, o que lhe conferia maior teor alcoólico e um sabor fortemente frutado.
Cerveja Gourmet
A cerveja ganhou status e na versão artesanal virou bebida gourmet nos dias atuais. Na onda do movimento slowbeer que foge da padronização dos aromas e prega uma alimentação com consciência e responsabilidade, O Barbeiro criou a sua própria cerveja como um produto a mais para seus clientes degustarem.
A American IPA, onde o principal ingrediente é o lúpulo, trazendo notas de frutas tropicais, cítricas, frutas amarelas e com aroma muito extravagante. O amargor bem agressivo e presente deixa o sabor de malte em segundo plano, porém é um amargor que não agride a boca.
um amargor que incomoda ou agride. É um amargor totalmente arredondado com o dulçor do malte.
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Fade pra Você se Inspirar
O fade é um ícone na tendência de corte masculino que traz o efeito de degradê e continua com tudo em 2018.
O fade começa baixo até atingir o seu volume de transição com uma marcação bem suave entre um pente de máquina e outro.
O FashionBeans é uma galeria muito legal que resolvi compartilhar com vocês. São 30 cortes com fade para você se inspirar.
FADE COM APARÊNCIA MOLHADA

FADE MÉDIO COM SLICK-BACK TEXTURIZADO

FADE PENTEADO PARA TRÁS

FADE COM FRANJA BAGUNÇADA

FADE ALTO

FADE CURTO AFRO

FADE MÉDIO

FADE DESCONECTADO

FADE COM QUIFF TEXTURIZADO

FADE COM FRANJA RETA

FADE BAIXO

FADE MÉDIO COM TOPO TEXTURIZADO

FADE BAIXO COM POMPADOUR

FADE PENTEADO PARA O LADO

FADE RASPADO

FADE ALTO COM POMPADOUR

FADE NA TESOURA

FADE COM TOPO BAGUNÇADO E TEXTURIZADO

FADE DIVIDIDO AO MEIO

FADE AFRO COM FENDA

FADE CLÁSSICO COM FRANJA ALTA

FADE NA TESOURA COM QUIFF

FADE COM TOPO RETO

FADE COM POMPADOUR RETO

FADE BAIXO COM TOPO TEXTURIZADO

FADE UNDERCUT

FADE BAIXO DIVIDIDO

FADE NA TESOURA COM TOPO TEXTURIZADO

FADE COM SWEEP-BACK

FADE MÉDIO COM SLICK-BACK
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Tendências Corte 2018
O ano passou rápido então bora com as tendências de cortes masculinos para você entrar 2018 com tudo em cima.
Curto com Contraste de Volume

O contraste de volume das laterais para o topo da cabeça alonga o rosto. Do militar bem curto aos penteados com maior volume no topo da cabeça, as laterais mais baixas em degrade é o padrão usado em todos os estilos de corte masculino. Pode ser feito a tesoura ou raspado com pente 1 a 4 dependendo do gosto de cada um.
Caesar

Inspirado no imperador romano, Júlio César, a franja reta é uma tendência para 2018. Ideal para quem tem aquele recuo de cabelo nas laterais frontais da testa. Com fade, undercut, degrade laterais bem baixas ou raspadas, a franja linear dos anos 90 está com tudo em 2018.
Textured Spiky

Os arrepiados ganham textura no volume de topo. As laterais continuam baixas alongando a silueta. O penteado necessita finalização com cera, pasta ou pomada ou um modelador com fixação forte, grooming ou gel cola.
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Estilo César
O estilo César é aquele corte que lembra o dos imperadores romanos.
É um estilo ideal para quem tem pouco volume de cabelo na parte frontal. Cortado de maneira uniforme e penteado para frente proporciona um olhar bem bacana parta todos os tipos de rostos e principalmente para quem tem a testa uma pouco mais proeminente.
As versões mais modernas deixam as laterais ligeiramente mais baixa que o topo.
Penteado todo jogado para a frente e finalizado com pouca pomada ou gel deixa uma franja bem discreta.
Muito Bom para esconder entradas ou testa grande.

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Degradê: O Estilo Moderno e Versátil
O cabelo degradê ou fade hair é uma das opções mais modernas e versáteis para todas as ocasiões.
Versatilidade é exatamente o que a maioria dos homens procuram em um corte de cabelo. Sair da mesmice e mesmo assim conseguir manter uma boa aparência tanto no trabalho quanto na vida social é o corte ideal para qualquer um. O corte em degradê consegue atender a todo tipo de estilo masculino.
Para os homens a praticidade e a funcionalidade contam muito quando escolhem um corte de cabelo. Neste quesito o degradê não apresenta dúvidas por beneficiar e facilitar o equilíbrio para todos os tipos de rostos.
Como é feito o corte?
1. Scissor fade

Para quem prefere um visual clássico sem o uso da máquina para aparar as laterais deixando corte mais natural. Com o uso da tesoura o comprimento das laterais é maior , mantendo no entretanto o efeito progressivo da base ao topo de forma mais discreta.
Degradê baixo

A altura do degradê na lateral não ultrapassa a linha da orelha. É mais marcado do que os outros tipos de degradê por não ter espaço o suficiente para a escala progressiva de comprimento.
Degradê Médio

A linha mais curta quase zero sobe um pouco mais e o degradê é mais visível no resultado final do corte.
Degradê alto

A parte raspada é quase zero indo até bem perto do topo da cabeça onde os fios são mais longos. Mesmo se a lateral não for tão curta é possível fazer o degradê com uma progressão até o topo.
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Deus não morreu, ele se tornou dinheiro
“Deus não morreu. Ele tornou-se Dinheiro”.
Esta é a afirmação de Giorgio Agamben, um dos maiores filósofos vivos.
O capitalismo é uma religião, e como religiao é a mais feroz, implacável e irracional religião que jamais existiu. Não conhece nem a redenção nem a trégua. Tendo como liturgia o trabalho cujo objetivo é apenas o dinheiro celebrado numa culto ininterrupto e insáciável.
Esta nova ordem do poder mundial fundamentanda sobre um modelo de governabilidade definida como democrática que nada tem a ver com a concepção de democracia que este termo significava em Atenas.
A democracia surgiu na Grécia, com o significado de governo do povo (demo = povo,cracia=governo), e foi implantada em Atenas, por volta de 510 a.C., quando Clístenes liderou um rebelião vitoriosa contra o último tirano As reformas políticas adotadas por Clístenes visavam a resolver graves conflitos sociais decorrentes da estratificação social em Atenas, já que os aristocratas detinham o poder político e econômico sobre comerciantes, artesãos, camponeses e escravos.que governou a cidade-estado. O regime político democrático instituído por Clístenes tinha por princípio básico a noção de que “todos os cidadãos têm o mesmo direito perante as leis”.
Crise Econômica
Como palavras de ordem, Crise” e “economia” atualmente não são são conceitos, servem apenas para impor e para fazer com que se aceitem medidas e restrições que as pessoas não têm motivo algum para aceitar.
O que é a “Crise” hoje em dia? Significa simplesmente você deve obedecer! é evidente que, o que todos chamam de crise, um fenômeno que já dura decênios, não é nada mais que o modo normal como funciona o capitalismo do nosso tempo de uma forma totalmente irracional.
Os bancos assumiram o lugar das igrejas, governando o crédito até mesmo dos Estados que docilmente abdicaram sua sobernia. Geram a escassez, a incerta confiança, utilizam até de conceitos religiosos como “salvar”, uma salvação ao preço que inclui o sacrifício de vidas humanas e do planeta em prol do desenvolvimento e crescimento econômico.
Fonte: www.pragmatismopolitico.com.br/2013/06/deus-nao-morreu-ele-se-tornou-dinheiro.html
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Vida Simples
Vida Simples
A história da vida simples, na sociedade consumista norte-americana, passou pelas comunas hippies dos anos 1960, seguidas pela ascensão do movimento anticonsumista ecologicamente consciente dos anos 1970, cujo objetivo era “obter o máximo de bem-estar com o mínimo de consumo”. A filosofia da “simplicidade voluntária” promovia o consumo consciencioso em vez do consumo conspícuo e uma vida exteriormente simples, internamente rica. Mas será que nós do século XXI podemos viver uma vida boa sem tirar a carteira do bolso a todo instante?
Essa é a pergunta-chave que Roman Krznaric, autor do livro Sobre A Arte De Viver: Lições da História Para Uma Vida Melhor, se coloca. O ponto de partida mais prático é reduzir o consumo cotidiano. Comprar a maior parte de nossas roupas em segunda mão em bazares de caridade ou brechós. Utensílios de cozinha, utilidades domésticas diversas e mesmo carros só usados, especialmente, comprados de “família viaja e vende tudo”. Cultivar em horta comunitária, apoiar produtores locais e raramente comer em restaurantes, preferindo reunir pessoas em volta da mesa de casa.
Casa com beleza rústica com móveis feitos de madeira reaproveitada é possível de ser construída e habitada. Recolher sem constrangimento bens doados por pessoas que não os querem mais — é possível descobri-los, navegando em certos sites da internet. Morar em habitação cooperativa administrada por locatários é uma alternativa.
Radicalizando, alguns ecologicamente corretos só usam software de código aberto gratuito. Utilizam só bicicleta e transporte público. O passeio preferido é excursão a pé em um parque acessível…
A meta é nunca trabalhar mais de 24 horas por semana! A principal questão financeira da vida não seria “quanto dinheiro eu gostaria de ganhar”, mas sim “qual é o mínimo de dinheiro que necessito para viver?”
Na cultura voltada para o desfrute de bens de consumo de luxo, em que a posição social está tão estreitamente relacionada a exibições de riqueza, muitos relutam em abraçar um modo de vida mais frugal. Querem admiração e respeito por parte dos outros. Para a maioria de nós, a ansiedade pelo status obscurece as possibilidades da vida simples. Dificilmente conseguimos evitar o desejo de ficar à altura dos que nos parecem bem-sucedidos.
A recomendação sábia é: “nunca tente subir até o nível dos que lhe parecem bem-sucedidos. Faça-os descer até o seu. É mais barato”.
Mas a realidade é que, provavelmente, não se pode puxá-los para o nosso nível. O que fazer? A Economia da Felicidade sugere: “nunca compare; quem compara, perde”. Roman Krznaric recomenda o oposto: “quanto a seu senso de valor social, escolha com quem te comparar”. Opte por se inspirar em amigos que prosperaram com suas famílias em casas não maiores que a sua. Ninguém determina quem cada um de nós deve escolher como par.
Mas a vida simples envolve mais que reduzir as próprias despesas diárias ou repensar os próprios termos de comparação social. É também uma questão de vida comunitária. O florescimento humano é algo que dificilmente se alcança sozinho. Um dos resultados deletérios da ideologia consumista foi encorajar uma cultura extrema de individualismo possessivo. O único objetivo é acumular riqueza pessoal e propriedades. E se você vai ser rico, para que precisa de qualquer outra pessoa para amar e ser amado?! Esta é uma das maiores ilusões da vida…
A obsessão pelo interesse pessoal cega as pessoas para o papel que a comunidade desempenha na criação de vínculos sociais que muito contribuem para o senso de bem-estar. Somos animais sociais gregários. Mas a associação de forças que incluem os condomínios fechados, as longas jornadas de trabalho, a televisão, o smartphone, o PC e o próprio impulso consumista erodiram a vida cívica presencial. Evitamos conhecer nossos vizinhos. Não seria uma medida sábia recuperar a vida comunitária?
Essa vida simples pode ser extraordinariamente barata. Não seria mais necessário extrair tanta sustentação existencial de dispendiosas expedições de compras. Algumas atividades comunitárias são o compartilhamento de carros ou as redes de permuta de tempos de serviços via “moeda social ou local”. Outras são pouco dispendiosas como tocar música com grupos de pessoas, conhecer pessoas de diferentes culturas, ou fazer algum trabalho voluntário de assistência social. Enfim, tecer uma teia de relações humanas que nos sustentem emocionalmente.
É um passo difícil largar a vida isolada hiperindividualista, que desconfia do(s) desconhecido(s), e fazer uma imersão comunitária. Mas esta oferece a perspectiva de uma vida profunda sem que sejam necessárias iras regulares ao caixa eletrônico.
Roman Krznaric afirma, portanto, que é possível:
- reduzir os gastos com luxo;
- evitar comparações com os mais prósperos; e
- redescobrir nossas raízes comunitárias.
Mas podemos extrair da história do dinheiro uma lição final para a arte da vida simples: expandir os espaços gratuitos, livres de dinheiro, em nossa vida.
Faça uma lista de todas as coisas que não gosta de fazer e você faz. Depois, outra com as que gosta e não faz, tais como namorar, conversar com amigos, trabalhar de maneira criativa, visitar exposições, viajar sem tensão, simplesmente, observar pessoas. Troque uma lista pela outra! Aumente a vida gratuita e simples em sua existência!
As coisas mais valiosas custam pouco ou são gratuitas. As melhores coisas da vida não são coisas…
Reduzir o papel do dinheiro em nossas vidas e livrar-nos da dependência dele não significa que ficaremos privados de luxos. A palavra “luxo” vem do termo latino “abundância”. Pensamos nele em termos materiais, mas podemos ter uma abundância de relacionamentos íntimos, trabalho significativo, dedicação a causas, risos e sossego para sermos nós mesmos. Esses luxos constituem nossa riqueza oculta.
Fonte:https://fernandonogueiracosta.wordpress.com/2014/08/04/vida-simples/
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