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VOTO ABERTO

Thursday, 29 August 2013 by Mika Rodrigues

Por que a resistência da Câmara dos Deputados para uma votação aberta? O que temem “nossos representantes” diante do fato de seus eleitores saberem o voto daquele que elegeu?

A OAB pede urgência na aprovação do voto aberto. E esta deve ser a urgência de todo o povo brasileiro que acredita no regime republicano.

No documento que  o presidente nacional da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Marcus Vinicius Coêlho, à Casa reivindicando celeridade na votação das propostas que tratam do voto aberto nas decisões do Congresso, frisa que no regime republicano “não há espaço para segredo nos atos dos Poderes. Todos os eleitores deveriam poder ter ciência do voto daquele que elegeu, a fim de avaliar se este está agindo de acordo com suas expectativas e, em um próximo pleito, ir à urna com subsídios que lhe ajudem na escolha”, disse o presidente da OAB.

O comportamento de voto secreto entre os deputados, na forma como eles tem se comportado isentando companheiros políticos acusados de corrupção ou ações que não condizem com o cargo de representante público parece ser mais uma forma de se protegerem.

A urgência da mudança se deu mais ainda depois do episódio da manutenção do mandato  do ex-deputado Natan Donadon, condenado pelo desvio de R$ 8,4 milhões da Assembleia de Rondônia. O parecer pela cassação de Donadon foi aprovado pela CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) da Câmara, onde a votação não é aberta. Contudo, no plenário da Casa, Donadon foi absolvido por seus pares no voto secreto.

A Câmara dos Deputados instalou nesta quarta-feira (21) uma comissão especial destinada a analisar o mérito da PEC (Proposta de Emenda à Constituição) que institui o voto aberto de deputados e senadores nos processos de cassação de mandato.

De autoria do Senado Federal, a PEC já foi aprovada em dois turnos pelos senadores. Se a Câmara mantiver o texto do Senado, a proposta será promulgada. O relator da PEC, Vanderlei Macris, é um dos defensores do fim do voto secreto no Parlamento.

Segundo ele, o fim do voto secreto nos casos de cassação é o primeiro passo para eliminar as votações secretas.

— Aqui na Câmara, há muita polêmica em torno disso [fim das votações secretas]. Este, eu diria, é o primeiro passo. Um deputado não pode se esconder no voto secreto para absolver um colega que esteja comprovadamente envolvido com crimes de corrupção.

Natan Donadonvoto aberto
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I HAVE A HOPE

Thursday, 29 August 2013 by Mika Rodrigues

No aniversário do discurso I Have a Dream serviu ao primeiro Presidente negro dos Estados Unidos para fazer um apelo ao ativismo. “Não somos reféns dos erros da história”, afirmou

Uma contradição de Obama diante da promoção das guerras no Oriente Médio. Neste ponto, pelo que consta, os americano ainda são reféns dos seus erros históricos e de seus presidentes.

A metodologia americana de dominação e promoção de guerras é igual e continuam sendo reféns da sua história.

Não adianta subirmos as escadas escadas do Lincoln Memorial em Washington, ocupando o mesmo lugar onde há 50 anos Martin Luther King fez o seu mais famoso discurso,e profetizar o paraíso no planeta com igualdade de oportunidade para todos, numa sociedade pós-racial, e na ideologia cristã americana viver apenas  as expectativas, se os governos que detém o poder só o transfere o pode para aqueles que possuem o poder financeiro no mundo. Igualdade econômica para todos os americanos significa a promoção de guerra, a espionagem?

Na dominação e escravidão humana itens como a cor da pele, as ideologias religiosas e as lutas por igualdade de oportunidade no que concerne os direitos de gênero, homossexuais, trans e mulheres servem como base para justificar a dominação financeira. O sonho não foi completamente cumprido por que não existe equidade democrática  no acesso as riquezas das nações.

O apelo e o sonho de   King pode ter mudado do ponto de vista das leis contra o racismo, mas do ponto de vista econômico continua praticamente o mesmo.  O preconceito, seja racial, de gênero ou religioso escamoteia os problemas econômicos que existem não apenas nos EUA, mas no mundo.

Todo preconceito e dominação antes de ser um ódio por etnia, cor de pele, gênero ou religião é  de dominação econômica. Não observarmos este fato é sermos superficiais. Se Obama nunca mencionou diretamente a cor da pele como muitos negros americanos desejam é por razões econômicas. Existe muita diferença entre um negro, um gay, uma mulher incluídos no sistema financeiro e os  que não tem condições.

O preconceito racial nos Estados Unidos, com um negro presidente pode ser camuflado de outra forma. A luta racial agora deve ser contra os mais vulneráveis, homens e mulheres negros marginalizados, desempregados pela crise econômica.

O discurso democrático de que a sociedade dá oportunidade iguais para todos é uma falácia. Imprime uma responsabilidade de competência individual eximindo as elites conservadoras detentoras do poder econômico com seu discurso de meritocracia, da valorização do esforço e da competência.

Para as elites conservadoras o culto ao mérito individual é uma escravidão disfarçada. E o discurso pronunciado por Obama está sendo amplamente utilizado por estas elites conservadoras que se apropriam inclusive do sonho de KIng.

Para os ricos não existe problemas com cor de pele, gênero. É difícil vermos ou ouvirmos que um Pelé sofre preconceito, e mais ainda ele se colocar como negro.  A dignidade humana é inerente a sua condição financeira. As elites sempre irão escolher alguém dentro deste discurso de capacidade individual para proporcionar as massas exemplos heroicos a serem seguidos.  O ideal é vivermos bem e sermos respeitados pelos outros, mesmo não tendo nenhuma capacidade considerada extraordinária, com uma equidade democrática dos recursos do planeta de forma que possamos ter uma vida digna como qualquer ser humano. Não queremos ser colocados como exemplo da ostentação de uma minoria detentora do poder econômico em detrimento da escravidão da maioria. Não queremos que a nossa cor de pele, orientação sexual ou religiosa seja usada como moeda de troca política e ostentação de das elites detentoras do poder econômico. Esta é a falácia democrática no culto das capacidades individuais que mantém o sistema.

Obama não se tornou presidente dos EUA por ter pele negra ou por seus méritos apenas. É o que é hoje por ter tido o apoio de organizações militares e empresariais imperialistas. Não foi colocado para questionar o imperialismo norte-americano, mas para torná-lo mais eficiente e aceitável perante o mundo.

Para superar todos os obstáculos através do esforço individual e não é necessário uma organização anti-racista. E ninguém vive com dignidade diante de tamanha pressão.

A esperança de mudança depositada em Obama nos EUA e do PT na figura de Lula, uma correlação com base apenas na simbologia de dois líderes populares é um sonho  que não resolveu os pesadelo humano da desigualdade social, apesar do discurso e das maquiagens políticas. E os fundamentalistas econômicos continuam a semear a mesma discórdia de lutas raciais, de gênero e religiosa para a manutenção do seu status financeiro. Para as classes nobres estas prerrogativas já não existem.

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BARACK BUSH

Wednesday, 28 August 2013 by Mika Rodrigues

Ainda brincamos com o valor das vidas humanas promovendo a violências das guerras na defesa de ideologias políticas que escondem nossa ganância pelo poder financeiro mascarados em lutas religiosas. Bastou um possível  ataque contra Síria para  derrubar as bolsas mundiais subindo o petróleo e ouro. Quem lucrou com isto? O sofrimento vem dos mercados emergentes. As bolsas asiáticas registraram fortes baixas nesta quarta-feira (28), o petróleo estava em alta e as divisas dos mercados emergentes passavam por nova desvalorização ante a provável intervenção militar ocidental na Síria.

A tensão geopolítica no Oriente Médio é um novo elemento de preocupação dos mercados, além da iminente disputa sobre o teto da dívida nos Estados Unidos, que ameaça deixar o país em um beco sem saída político.

Barack Hussein Obama ganhador do Nobel da Paz de 2009, o primeiro negro (afro-americano no contexto estadunidense) a ser eleito presidente dos Estados Unidos. Qual sua diferença em relação ao governo Bush? No tango entre democratas e republicanos a mesma dança no que tange as relações com o oriente médio.

Em seu discurso de democracia, uma falsa ideologia liberal,  o governo dos EUA semeiam a guerra e a discórdia para depois dominar as riquezas dos países que lhes interessam. Não é nenhum segredo que a política externa dos EUA é tratada de acordo com os interesses do pais em todo o mundo. EUA busca controlar onde o seu governo acha que existem oportunidades para levar a cabo a sua agenda de controle.

Assim é a agenda americana  no Egito.

De acordo com Brian Becker, coordenador nacional para a Coalizão ANSWER, a maioria do dinheiro dado ao Egito, nem sequer deixa os EUA, uma vez que grande parte do dinheiro dos contribuintes vai para as mãos de empresas ocidentais, principalmente empreiteiros militares que fazem as armas que o exército egípcio usa para oprimir seu povo.

Em primeiro lugar na lista de países que recebem bilhões de dólares em ajuda está Israel, com o Egito em segundo lugar. “Eles deram o dinheiro para Mubarak, Sadat, e estão dando sem parar ao longo deste mandato”, diz Becker. Segundo ele, os EUA não vai cortar o financiamento, por duas razões principais: a maior parte do dinheiro vai para as contas bancárias dos fabricantes de armas dos EUA e porque o resto do dinheiro dos EUA ajuda a manter o alto comando militar na folha de pagamento dos Americanos. “Essa é a dinâmica, a forma como os Estados Unidos mantêm o controle deste, o maior país árabe”, disse Becker em entrevista ao Russia Today.

A aversão extrema no Egito para o embaixador dos EUA Anne Patterson – amplamente visto como um fantoche Irmandade Muçulmana – é o exemplo de como o povo do :Egito vê a intervenção americana em seu país. A contradição – financiam aqueles que não tem interesse na democracia enquanto pregam a mesma como solução para o país  e para o mundo. E assim tem sido não apenas os EUA, mas seus aliados e outros governos que escondem seus interesses econômicos por trás de um discurso ideológico. Se apropriam do fanatismo religioso para semear a luta, a desestabilização do povo que na maioria não conseguem fazer uma leitura mais profunda diante do emocionalismo cultural. O que querem o povo Egípcio? Seriam mesmo tão anti-democráticos?

7 Youm , um jornal popular no Egito (o sexto site mais acessado do país de acordo com a Alexa), realizou uma pesquisa pedindo a seus leitores “Você apóia a chamada para chutar embaixador dos EUA, Anne Patterson, porque ela interferia nos assuntos egípcios? “

A gritante 87,93% disseram que sim, 10,54% disseram que não, e 1,53% eram indiferentes.

Parece que este não e realmente o discurso daqueles que fizeram oposição ao governo de MOHAMMED MURSI. “Agora devemos pensar sobre uma nova Constituição para todos os egípcios, sobre uma nova lei fundamental que não irá distinguir as pessoas por sexo ou religião. A Constituição deve proteger a dignidade de cada cidadão e cidadã do Egito, seu direito à justiça social, proteger a soberania do estado e ter em conta o princípio da separação de poderes. Vamos lançar em breve uma campanha chamada “Escreve tua Constituição”. O povo egípcio vai participar da criação da Constituição, que deve refletir os objetivos da revolução de 30 de junho. Depois disso, vamos pensar sobre eleições.”

Apesar do que os fatos mostram, Obama disse recentemente que era injusto culpar o Ocidente ou os Estados Unidos pelos problemas que o Egito experimentou e está experimentando durante o último meio século. Ele disse que os Estados Unidos têm apenas o interesse de que o Egito se torne em uma democracia. O Sr. Becker não concorda com essa afirmação. “Os interesses dos Estados Unidos são os das companhias petrolíferas que só querem explorar a região. A política externa dos EUA é a de Chevron e Exxon Mobile “.

O artigo de Sara Khorshid recorda que os militares são sustentados pelo governo americano, com uma ajuda anual de US$ 1,8 bilhão por ano. Essa ajuda foi restaurada após a revolução e é ela que garante o poder supremo dos generais. Sem esse dinheiro, eles teriam sido escorraçados.

Falta de cultura democrática? Nada disso. Excesso de dólares no bolso de quem não quer democracia.

Para Huntington, o grande conflito de nossa época envolve valores culturais e morais – e não mais ideologias. Essa visão tem uma utilidade política clara. Serve para justificar o esforço norte-americano para manter seu domínio imperial em várias partes do mundo, inclusive no Oriente Médio. Em vez de dizer que os EUA querem petróleo, Huntington garante que querem defender valores moralmente mais elevados. .

O problema é que os compromissos externos dos EUA com valores democráticos são determinados por interesses concretos, que não se submetem aos caprichos da antropologia cultural. Podem ser abandonados quando não tem maior serventia, como acontece no Egito.

 

A manutenção de uma ditadura militar no Egito é de extremo interesse dos EUA. Contribui para preservar as boas relações com Israel, prioridade número 1 dos EUA naquela parte do mundo.

Por essa razão, a Casa Branca até fechou os olhos para uma lei do Congresso que limita a ajuda militar a regimes que defendem liberdades fundamentais. Já assegurava isso nos tempos de Muraback e segue na mesma linha, quando o ditador já foi destronado.

A noção de que os povos árabes são intolerantes e dão pouco valor à democracia integra uma das noções típicas do pensamento neo-conservador de nossa época e costumam ser transmitidos, de jornal em jornal, de comentarista para comentarista, como se fossem uma verdade científica.

Essa visão foi elaborada no início dos anos 90, num artigo célebre, Choque de Civilizações, de um professor americano chamado Samuel Huntington.

Se segundo Huntington as diferenças de natureza cultural são mais difíceis de mudar, conciliar e resolver do que as de natureza política e econômica, sendo a religião é um exemplo dessa dificuldade. Uma estratégia de dominação econômica dos povos que dissimula os interesses econômicos em prol da defesa de valores moralmente mais elevados é a criação da confusão religiosa que em consequentemente remete à outros temas de ordem moral como a sexualidade, o discurso de gênero que escamoteia o foco econômico. Para redefinir sua identidade um país dividido, precisa ter sua elite política e econômica favorável à condição, sua opinião publica tende estar de acordo e a civilização a que venha fazer parte devem estar dispostos a aceitar a conversão.

Em 2012, o presidente da Comissão de Relações Exteriores do Senado, Fernando Collor (PTB-AL) em discurso junto a comissão relatou que a situação da Síria envolvia interesses estratégicos mais amplos. Para ele, além dos Estados Unidos, o país sírio desperta a atenção econômica e política da Rússia, China, Turquia e do Irã.

Segundo Cláudia Trevisan, Barack Obama criou uma armadilha para seu próprio governo ao afirmar há um ano que o regime do ditador sírio Bashar al-Assad cruzaria a “linha vermelha” se usasse armas químicas contra sua própria população.

Depois que a história se encarregou de revelar a farsa das armas de destruição em massa construída por George W. Bush para justificar a invasão do Iraque, em 2003, é legítimo duvidar da acusação contundente do governo Obama de que o regime de Assad foi o responsável pelo ataque que deixou pelo menos 1.000 mortos há quase uma semana. Mas existe agora algo que estava ausente há uma década: as imagens dos sírios sucumbindo a um gás fatal.

Para Carla Del Ponte, membra da Comissão de Inquérito da ONU, sobre possíveis violações dos direitos humanos na Síria, foram os rebeldes quem usaram armas químicas. Os depoimentos de testemunhas e vítimas no distrito de Guta, na periferia de Damasco, “indicam com toda a evidência que o gás neuroparalítico sarin foi usado por militantes da oposição síria”, disse em entrevista à televisão suíça a membra da Comissão de Inquérito da ONU sobre possíveis violações dos direitos humanos na Síria, Carla Del Ponte.

“A comissão pericial não encontrou traços de uso de armas químicas pela parte do Exército governamental”, sublinha Del Ponte.

FONTE
ARMADILHA DE OBAMA A SÍRIA
EGITO DESTRUIU PLANOS DE OBAMA NO ORIENTE MÉDIO
IRMÃO DE OBAMA LÍDER DA IRMANDADE MUÇULMANA
IRMÃO DE OBAMA E IRMANDADE MUÇULMANA
CONEXÃO OBAMA E IRMANDADE MUÇULMANA
GOVERNO AMERICANO PEDE LIBERTAÇÃO DE MOHAMMED MURSI
EUA SUSTENTA DITADURA MILITAR NO EGITO
O SILÊNCIO DA MÍDIA SOBRE OS VERDADEIROS INTERESSES DOS EUA NO EGITO
Vídeo  Ataque com gás venenoso pode ter matado mais de 1300 pessoas, entre mulheres e crianças.
 

EgitoEstados UnidosObamaSíria
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1 TRILHÃO EM IMPOSTOS

Tuesday, 27 August 2013 by Mika Rodrigues

O valor pago pelos brasileiros em 2013 em impostos, taxas e contribuições federais, estaduais e municipais desde o primeiro dia do ano atingiu nesta terça-feira (27), por volta das 12h20, a marca de R$ 1 trilhão, segundo o “Impostômetro” da Associação Comercial de São Paulo (ACSP).

Estudo divulgado pelo IBPT mostra que o brasileiro irá trabalhar 150 dias, ou quase cinco meses do ano, em 2013 somente para pagar impostos, taxas e contribuições aos cofres públicos. De acordo com o levantamento, o pagamento dos tributos comprometerá, em média, cerca de 41,82% da renda bruta do trabalhador em 2013. Dependendo da faixa de renda, o percentual e, consequentemente, o número de dias trabalhados para pagar impostos, aumenta ainda mais.

É uma carga muito alta mesmo com todos os cortes de tributos  e a queda da atividade econômica. Sendo um dos impostos mais caros entre os trinta países que mais cobram impostos, ainda estamos na lanterna em termos de qualidade dos serviços públicos prestados à população.

Na América Latina e no mundo, também podemos comemorar nossa posição no ranking em corrupção. 

Como resolveremos nossas elevadas taxas de impostos e nosso ranking em corrupção?

Quando resolvermos nossa relação governamental com o  “abuso de poder e relações sigilosas”. Quando  intensificarmos as ações em busca da transparência de dados e informações referentes aos órgãos públicos e sua atuação.

Quando tivermos concessão de mais espaço para a sociedade  participar dos debates.

Quando estabelecermos regras para o lobby e o financiamento para campanhas políticas, além da definição de normas transparentes para a contratação de serviços públicos.

Fonte:

Ranking dos partidos na corrupção

corrupçãoimpostos
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ZÉ DIRCEU PEDE ASILO À BOLÍVIA?

Monday, 26 August 2013 by Mika Rodrigues

O Senador boliviano Roger Pinto,  mesmo impedido pelo  tiranete Evo Morales, o Lhama-de-Franja, segundo seu advogado, Fernando Tibúrcio de viajar  para o Brasil, pela decisão do diplomata brasileiro Eduardo Saboia que conduziu  a operação de retirada da Bolívia , chegou ao Brasil e foi contemplado com com o status de asilado. Em entrevista ao Fantástico (25), Eduardo Saboia disse: “Tomei a decisão de conduzir essa operação pois havia o risco iminente à vida e à dignidade do senador”, (Veja a entrevista no vídeo)

Em seu blog, parece defender o governo de Morales.  Zé Dirceu afirma que as matérias sobre o caso Molina escondem os crimes de que o senador é acusado. Acusado de participar de conspirações ilegais para derrubar Morales, ele também responde a processos de corrupção quando era governador da província de Pando. Ele é acusado de ligações com o narcotráfico.São mais de 20 processos contra Molina. Eles incluem o desvio ilegal de verbas da Zona Franca de Cobija, em 2001, em Pando. Entre todas as acusações, a mais grave é a matança indígena, em 2009. Pelo menos 14 pessoas foram mortas em uma emboscada por milicianos ligados ao então governador de Pando, Leopoldo Fernández. O crime ocorreu em meio a uma tentativa de golpe de Estado contra Morales. O massacre foi considerado o “Eldorado dos Carajás da Bolívia”. As vítimas marchavam para pedir a renúncia de Fernández, aliado político de Molina, que havia sido enviado para negociar uma trégua, mas abandonou as tratativas horas antes da chacina.

Apesar de todo aparato  para a sua fuga, o Ministério das Relações Exteriores informou na manhã deste domingo (25) que não tinha conhecimentos da chegada do senador boliviano Roger Pinto, 53, ao Brasil. Em nota, o órgão disse que vai abrir um inquérito para apurar o caso.

A versão do Planalto e do Itamaraty é de que o governo não autorizou e nem sequer sabia da operação para retirar Molina do país vizinho.

Como o presidente da Comissão de Relações Exteriores do Senado tem ações que o Ministério das Relações Exteriores não tem o conhecimento?

A versão do Planalto e do Itamaraty é de que o governo não autorizou e nem sequer sabia da operação para retirar Molina do país vizinho. A presidente Dilma Rousseff também não teria sido informada previamente e teria reagido com irritação.

Por isso, o Ministério das Relações Exteriores soltou nota para informar que irá “tomar as medidas administrativas e disciplinares cabíveis” contra os responsáveis.

O encarregado de negócios em La Paz (espécie de embaixador interino), Eduardo Saboia, tido como o principal articulador da ação, foi convocado por telefone e era esperado ontem em Brasília para prestar esclarecimentos.

A interlocutores, Saboia disse que não aceita a posição de “bode expiatório” e que vai contar tudo sobre a situação do senador na embaixada e sobre sucessivas advertências que teria feito ao Itamaraty, sem sucesso, de que era preciso tirá-lo de lá.

Zé-Dirceu-Presidiário-21

Não ficaríamos surpresos se Zé Dirceu pedisse asilo para a  Bolívia. Uma troca justa de corruptos. A diferença que no Brasil, os crimes políticos tem Direitos Humanos e penas brandas, não correndo o suposto risco de morte ou torturas.

BolíviaEduardo SaboiaEvo MoralesRoger PintoZé Dirceu
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MÍDIA DEMOCRÁTICA

Friday, 23 August 2013 by Mika Rodrigues
Fórum diz que Lei da Mídia Democrática não é censura
Já assinado por mais de 50 mil pessoas, o projeto de lei de iniciativa popular que propõe a regulamentação do funcionamento de meios de comunicação não representa censura prévia nem fere o direito à liberdade de expressão, segundo defendeu a coordenadora do Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação (FNDC), Rosane Bertotti.

Hoje, o FNDC, que reúne mais de cem organizações, lançou na Câmara dos Deputados a campanha que pretende reunir cerca de 1,3 milhão de assinaturas para que a proposta possa ser validada e protocolada no Congresso. O texto está disponível, na íntegra, na página da campanha de coleta de assinaturas na internet.

Segundo Rosane, a Lei da Mídia Democrática, como está sendo chamado o projeto, pretende ampliar a liberdade de expressão no Brasil e tornar mais transparente o processo de concessões de rádio e TV. [A proposta] debate a transparência, o respeito à pluralidade e à diversidade, além do não incentivo à violência e à homofobia”, disse Rosane.

Para ela, a liberdade de expressão é essencial na democracia, mas não pode se sobrepor a outros direitos. “Não existe um direito que prevaleça sobre outro. A liberdade de expressão não é um direito absoluto. A concessão é pública e o direito de liberdade de expressão não pode atingir outros direitos humanos, que são fundamentais”.

O projeto de iniciativa popular, entre outros pontos, estabelece a proibição da concessão de meios de comunicação a pessoas com cargo eletivo – como deputados e senadores – e a grupos ligados a igrejas. Também veda o controle de mais de cinco canais de comunicação por uma mesma empresa.

A coordenadora do FNDC prevê ataques ao projeto por setores “poderosos” da sociedade. “O principal impacto do projeto é ampliar direitos e garantir a liberdade de expressão para todos os brasileiros. Agora, a partir do momento em que há um monopólio, e no nosso projeto se pede o fim desse monopólio e da propriedade cruzada, lógico que terá um impacto”, frisou.

FONTE

CLICK E ASSINE

democratização da mídiamídia democrática
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O ABISMO ENTRE APOSENTADORIAS DE POLÍTICOS E SEGURADOS DO INSS

Thursday, 22 August 2013 by Mika Rodrigues

Nesta quarta-feira (21)  governo cedeu e vai negociar mudanças no fator previdenciário com as centrais sindicais. Sabemos que para o governo o o fim total do fator é pauta impossível. O fim do fator é uma das principais pautas das centrais sindicais sendo pauta de mobilizações pelo pais no mês passado. Segundo o governo o índice que reduz o benefício de quem se aposenta com menos idade e sua extinção significa prejuízo nas contas públicas. A ministra das Relações Institucionais disse que não há da parte do governo nenhuma intenção do fim puro e simples do fator previdenciário por não ter sustentabilidade, causando um grande impacto nas contas do governo. Enrolando o caso arrastado e um longo tempo, as negociações deverão serem feitas de modo a encontrar uma fórmula que permita implementar gradualmente uma “forma sustentável”.

Está não é uma realidade no que tange a aposentadoria dos parlamentares. O Ministério da Previdência Social calcula a correção das aposentadorias do INSS com base no Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), medido pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O reajuste dos deputados aposentados pela Câmara acompanha o índice de aumento dos subsídios pagos aos parlamentares na ativa, fixado,aliás, pelos próprios parlamentares.

Ex-parlamentares têm aposentadoria paga pela Assembleia, com salário entre R$ 6,8 e R$ 24,5 mil.

A derrota nas urnas, a saída da vida pública e a aposentadoria não significa o fim dos privilégios para os deputados estaduais do Piauí. Os ex-deputados recorrem a aposentadoria proporcional ao tempo de mandato e recebem salários mensais de até R$ 24,5 mil, maior que os deputados que estão na ativa que recebem cerca de R$ 20 mil.

Em 2006 foi aprovada a lei que instituiu o plano quando os parlamentares aprovaram a criação da previdência complementar para si próprios e foi inicialmente vetada pelo então governador Roberto Requião (PMDB).

Em julho de 2007, o veto foi derrubado pelos deputados, mas uma notificação da Secretaria de Previdência Complementar, do Ministério da Previdência, impediu sua implantação, por apontar irregularidades no texto da lei.

Na atual legislatura,os deputados teriam direito ao benefício depois de aposentados, até 85% de seus vencimentos – o equivalente hoje a cerca de R$ 17 mil (o teto do INSS é de R$ 3,6 mil) –, de acordo com o tempo de contribuição de cada um. Para isso, porém, a estimativa é que a Assembleia teria de aportar pelo menos R$ 50 milhões para dar início ao sistema.

Para o cientista político Elve Cenci, professor da Universidade Estadual de Londrina (UEL), não há nenhum argumento que justifique a concessão de aposentadoria especial para os deputados estaduais. “É mais uma excrescência da classe política, que busca privilégios para se diferenciar”.

 O exemplo da discrepância entre a aposentadoria do cidadão comum e dos políticos é o caso do prefeito Nelson Roberto Bornier, de 63, que se aposentou pela Câmara Federal, e do eleitor José. Apesar de ambos terem pedido seus benefícios em 2000, nesses 13 anos Bornier viu sua aposentadoria, convertida em número de salários mínimos, crescer 40,68%, enquanto José amargou uma perda de 46,64%. Ao se aposentar como deputado federal, Bornier faturou um benefício equivalente a 15,29 salários mínimos (R$ 2.080), por dois anos de mandato. Naquela época, cada ano de legislatura equivalia a 1/30 do valor do salário na ativa — após 1997, essa proporção passou a 1/35. Hoje, ele recebe 21,51 salários mínimos (R$ 14.583,19), após outros dez anos aboletado na Câmara — um adicional de 6,22 salários. Do outro lado, o auxiliar de escritório José Jonas, ao completar 35 anos contribuindo para o INSS, começou ganhando 7,59 salários mínimos (R$ 1.145,42) do instituto. Hoje, recebe o equivalente a quatro salários.

Esse é o prêmio que o brasileiro recebe depois de “ralar” a vida toda.
FONTE

Fator PrevidênciárioGoverno
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CORTE ASSIMÉTRICO

Sunday, 18 August 2013 by Mika Rodrigues

A tendência dos cabelos assimétricos  tornou-se ícone da modernidade.

Bastante repicado com pontas irregulares , topetes e franjas longas na intenção de deixar o homem mais moderno e com um ar bem jovial.

 

Outra tendência é o corte conhecido  como “fringe.  O corte é feito bem curtinho na parte de trás com a nuca bem batida, a franja mais longa e na parte frontal os fios são irregulares no comprimento dando a aparência de desconectados.

 

 


corte assimétricocorte moderno
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DEMOCRATIZAÇÃO DA MÍDIA

Friday, 16 August 2013 by Mika Rodrigues

Ativistas da democratização da mídia mobilizam-se em todo o país para coletar 1,5 milhão de assinaturas e viabilizar o ingresso de projeto de lei por iniciativa popular no Congresso Nacional. A intenção é regulamentar artigos constitucionais que já dispõem sobre os direitos da comunicação e dos cidadãos quanto ao acesso aos conteúdos produzidos pelas emissoras. Além de mexer nos interesses das sete famílias donas dos principais grupos comunicacionais do país, o texto pretende restringir as concessões evitando que religiosos e políticos continuem sendo donos de emissoras de rádio e televisão. No Rio Grande do Sul, o projeto foi apresentado em audiência pública na Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa do Rio Grande Sul (AL-RS).

O projeto elaborado pelo Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação (FNDC), o projeto prevê normas apenas para a comunicação eletrônica,  especificamente, alterar a distribuição das concessões de rádio e televisão no país.

Não é o fantasma da censura à liberdade de imprensa, mas a garantia do cumprimento do previsto na Constituição, a promoção da diversidade cultural, o equilíbrio dos setores da comunicação, conteúdos anti-discriminatórios, garantindo o direito à comunicação ao cidadãos.

O que falta para aprovação de um marco regulatório para as comunicações, que não fique restrito às rádios e televisões, é a coragem dos governantes em enfrentar os interesses econômicos e políticos  umbilicalmente ligados às emissoras.O fim do oligopólio de grupos reduzidos que detêm o poder sobre as mídias e a distribuição de verbas publicitárias dos governos.

FONTE:

democratização da mídiadiversidade culturalrádios e televisões
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INSACIÁVEL GANÂNCIA

Tuesday, 13 August 2013 by Mika Rodrigues

O Banco do Brasil explode: (BBAS3) apresentou hoje pela manhã o resultado dos primeiros seis meses deste ano. O BB atingiu lucro líquido recorde de R$ 10 bilhões no primeiro semestre de 2013, o maior já registrado por um banco na história nacional. O lucro líquido no semestre foi impulsionado principalmente pela expansão dos negócios, contenção das despesas, assim como pelo impacto da oferta pública das ações da BB Seguridade (BBSE3). O indicador de inadimplência do BB acima de 90 dias declinou para o menor patamar dos últimos 11 anos, permanecendo abaixo do apresentado pelo sistema financeiro nacional no período. No segundo trimestre de 2013 (2T13), o BB apresentou lucro líquido recorde de R$ 7,5 bilhões, alta de 150% na comparação anual.

O mercado, o dinheiro e o sistema financeiro que constitui as grandes corporações se tornaram uma  uma abstração onde os agentes econômicos “guerreiam” entre si para impor o seu interesse individual, revelando no processo de negociação informação privada sobre os processos produtivos.

A ganância das grandes corporações tem produzido insatisfação no mundo e um estado de desconforto para a grande maioria da população mundial que não tem acesso ao sistema, e quando tem são abusado sofrendo a escravidão financeira.

E não tem sido diferente nas instituições governamentais, a exemplo do lucro recorde do  Banco do Brasil (BBAS3), maior instituição financeira da América Latina,  desbancando instituições privadas como  o Itaú Unibanco (ITUB4) entre os maiores lucros de bancos privados no país.

Na escravidão não há liberdade pois o senhor tem o poder pleno sobre o escravo.No comunismo o  Estado é que decide tudo o que se passa na sociedade.Decide onde as pessoas trabalham e o que consomem.

Mas existe liberdade em uma economia de mercado? inspirando outros países

Protestos Contra o Sistema Financeiro se espalham pelo mundos como prova de que o mal-estar com o sistema financeiro internacional atinge hoje o centro da sociedade, ou seja, o cidadão comum. E os políticos têm que levar isso a sério, mesmo que eu não concorde com a crítica fundamental a nosso sistema econômico-financeiro.

Iniciados  nos EUA, os protestos Occupy Wall Street receberam, de início, pouca atenção, antes de se transformarem em verdadeiros movimentos de massa.

As manifestações se voltam  contra o poder dos mercados financeiros e o comportamento dos políticos que ignoram os desejos da população.

Em completa dependência daqueles que se beneficiam da crise, os governos trabalham em prol de poucos, sem levar em consideração as consequências sociais, humanas ou ecológicas de seus atos.

Um pais ou qualquer sistema seria  uma democracia plena no qual só quem ganha muito dinheiro tem apoio de grandes corporações consegue se eleger para algum cargo político?

A força da internet está conseguindo mobilizar a maioria das pessoas em defesa do  pagamento de impostos pelos mais ricos.  Como  Obama em crítica ao mercado financeiro que   somente um ajuste nas regras do mercado e uma reforma nos impostos podem combater a desigualdade entre ricos e pobres e fazer a classe média voltar a acreditar no sonho americano.

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