GUERRA PSICOLÓGICA?
No fim de ano, a presidente da República, Dilma Rousseff, usou seu pronunciamento que foi ao ar em cadeia nacional de rádio e TV, para defender a política econômica de seu governo e tentar tranquilizar trabalhadores e empresários discorrendo sobre o esforço de seu governo para combater a inflação e manter o equilíbrio das contas públicas.
No vídeo além das promessas projetando um ano melhor em 2014 ante as taxas de crescimento, Dilma criticou os setores que utilizam a desconfiança para fazer “guerra psicológica”.
Seria realmente guerra psicológica? O contínuo aumento da inflação e das taxas de juros respondem por si.
Segundo Alexandre Tombini, presidente do Banco Central (BC), os efeitos dos aumentos da taxa básica de juros, a Selic, nos preços ainda estão por vir.
Em audiência pública, na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado, Tombini lembrou que a taxa Selic vem sendo ajustada desde abril do ano passado e voltou a dizer que os efeitos da elevação são cumulativos e defasados.
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ACABAMENTO MASCULINO
Escolha o acabamento certo para você
1. Arredondado
Para o pescoço mais grosso e curto, o melhor é fazer o acabamento mais cavado nas laterais e bem arredondado. Este acabamento proporciona um aspecto mais suave na largura do pescoço e também o alonga em seu comprimento.
2. Quadrado
Para pescoço mais alongado e fino, a melhor maneira é o acabamento quadrado. Este tipo de acabamento da o efeito visual de alargar o pescoço e dado a impressão de diminuí-lo no comprimento.
3. Quadrado com as Quinas Arredondadas
Padrão de acabamento mais comum, indicado para pescoço não muitos largos ou finos, curtos ou compridos. É o mais utilizado em geral.
4. Acabamento Desfiado
Para cabelos mais irregulares, dando um toque mais moderno ao penteado. O acabamento é feito sem o desenho em linha reta, padrão da máquina de acabamento ou da navalha. O desenho é mais irregular, com os fios desfiados a navalha. Pode-se dar o mesmo efeito irregular nos fios cortando as mechas em sentido lateral ou em zigue-zague de forma que quando penteados o acabamento apresente a irregularidade dos fios menores misturados aos maiores no comprimento. A finalização é feita com cera ou pomada.
5. Clássico com Navalha
É o padrão utilizado em todos os cortes tradicionais, deixando o acabamento bem desenhado com linhas bem acentuadas.
6. Acabamento Sombreado
Com uma nuca bem sombreada em degrade sem a marcação do acabamento com a navalha. As linas originais do encontro do cabelo com a nuca permanecem suavemente em degradê.
7. Acabamento Natural
O contorno do cabelo é feito, mas deixando o aspecto de que o cabelo não foi cortado. Ergue-se o cabelo da nuca fazendo a limpeza com a máquina de acabamento apenas no excesso de fios do pés.
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FLOR DO DESERTO

Flor do Deserto
Acervo do Barbeiro
Rosa do deserto, também conhecida como flor do deserto, é uma planta originária do Sul da África e da Península Arábica. O seu nome científico é Adenium obesum e faz parte da família Apocynaceae.
Esta plantas podem alcançar os 4 metros de altura e um metro e meio de largura. Apresentam flores deslumbrantes e como são plantas habituadas ao clima do deserto, também se adaptam e se desenvolvem bem em países tropicais.
Apresenta uma forma pouco usual, com um caule muito desenvolvido na base, porque para subsistir no deserto, tem que suportar fortes ventos e acumular água. As suas flores possuem cores muito variadas, podendo ter tonalidades do branco ao cor de vinho escuro e também lilás e vermelho. Estas plantas requerem polinização manual, ou então é possível adquirir mudas. Podem ser cultivadas nos países com um inverno mais rigoroso, mas têm que ser cultivadas em estufas, visto que as rosas do deserto morrem se estiverem em temperaturas inferiores a 14 Cº.
A rosa do deserto possui amantes e colecionadores espalhados por todo o mundo. Tendo em conta que é uma planta que possibilita a enxertia, é possível conseguir diferentes modelagens, com flores de variedades diferentes na mesma planta. Isto significa que cada planta pode ser personalizada ao gosto do seu dono. Por este motivo, estas plantas são muito apreciadas e muitas atingem preços altíssimos no mercado mundial, sendo neste aspeto parecida com o bonsai.
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USURA INSTITUCIONALIZADA
A taxa de juros praticada por instituições financeiras pode ser novamente limitada no Brasil. Um apelo contra as escandalosas taxas de juros cobradas pelos bancos, principais doadores das campanhas eleitorais presidenciais.
A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 370/13, do deputado Vieira da Cunha (PDT-RS), reintroduz no texto constitucional o teto máximo de 12% ao ano para o juro real, incluídas comissões e quaisquer outras remunerações ao crédito.
“Usura”
Diante desses números, o deputado afirma tratar-se de “um viciado e perverso sistema eleitoral” que torna governantes reféns de instituições que os financiam e depois cobram a conta. “E quem paga é o povo brasileiro, notadamente os pobres e a classe média, submetidos a taxas escandalosas de juros”, sustenta.Tramitação
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O CARNAVAL DO GOVERNO
O carnaval do governo é o ano todo. Os gastos públicos só aumentam. Em época de campanha o melhor é manter a máquina inchada,
Contradizendo seu discurso de austeridade o governo Dilma optou por ampliar gastos que podem garantir retorno eleitoral. As despesas de custeio deram um salto de 39,7% em relação ao mesmo período do ano passado, chegando a R$ 19,6 bilhões.
Quem promove a inflação e o aumento dos juros é o governo. Quem paga somos nós. Quem tem o poder de compra diminuído é o povo. Quem lucra com todo este teatro é o mercado financeiro, os grandes bancos.
A pergunta é: por que o combate da inflação no Brasil requer doses tão elevadas de juros?
O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central pela oitava vez aumentou a taxa de juros que passou a a 10,75% ao ano, acumulando acréscimo de 3,25 pontos em um ano.
Só o sistema financeiro ganha com isso. Quem mais perde são os trabalhadores, em especial os que ganham menos. Isso porque, junto com os juros sobem todos os preços das mercadorias e serviços. Com isso, cai violentamente o poder de compra da classe trabalhadora.
Mas, agora estamos no carnaval e em seguida vem a Copa das Copas, não nos preocupemos com essas coisas sem importância.
A cultura e e as festas do populacho sempre ajudaram a mascarar os problemas cotidianos.
E os problemas históricos não mudam, não são diferentes e continuam a alimentar o círculo vicioso dos governos e do povo. Aliás nem as ideologias partidárias quando no poder são diferentes das anteriores.
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O MELHOR AMIGO DO HOMEM
Sem dúvida, o pênis é o melhor amigo do homem. Vive de boa sentado em cima dos ovos e não os quebra. Vive perto do ânus e não o come e quando está duro nunca pede dinheiro emprestado. Entretanto para o astro e comediante Patrick Moote, foi o tamanho do seu pênis o seu maior pesadelo.
Em dezembro de 2011, quando pediu a namorada em casamento na arquibancada de um jogo do time de basquete, com a imagem do casal na tela gigante do estádio, a reação dela foi fugir. O vídeo se espalho como fogo na internet. Após o evento traumático, Morte conversou com sua namorada para saber o motivo da sua fuga, e uma das razões para não aceitar o seu pedido de casamento era por que achava o seu pênis muito pequeno.
Comparado com outros primatas a genitália humana é consideravelmente grande, mais longo e grosso em termos absolutos. De grande interesse para muitas pessoas, algumas consideram ter um pênis grande sinal de masculinidade. Os que consideram seu pênis pequeno criam falsas imagens de que não conseguem satisfazer as pessoas com quem irão estabelecer relações sexuais. Estas inseguranças levam ao surgimento de crenças errôneas e a criação de uma grande indústria voltada ao aumento do pênis. Moote é um exemplo de superação ao embarcar numa jornada de descoberta do quão é realmente importante o tamanho do pênis. Como resultado produziu o documentário Unhung Hero (Heroi Mal-Dotado). Entrevistando parentes, ex-namoradas, ativistas, especialistas, atores pornôs. Com muito humor, o documentário viaja para vários países e apresenta supostas e estranhas soluções que vão de pílulas e até mesmo a técnica de levantamento de peso com os órgãos genitais.
O que existe são padrões de estéticas impostos tantos aos homens quanto às mulheres e a necessidade de enfrentar imagens de expectativas irreais sobre seu físico.
Ao que parece, no geral, os homens nunca estão satisfeitos com o tamanho do seu melhor amigo. Sempre querem mais.
A preocupação dos homens dever ser cuidar do seu melhor amigo.
O pênis pode sofre inúmeras enfermidades como lesões, inflamações ou infecções, incluindo as doenças de trasmissão sexual. O câncer também pode se manifestar no pênis, bem como defeitos de nascença que podem provocar dificuldades em mantes relações sexuais.
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DESAFETOS E REPUTAÇÕES
O livro do ex-secretário nacional de Justiça Romeu Tuma Jr., Assassinato de Reputações – Um crime de estado, não adiciona nada de novo na longa história das truculências e safadezas da petralhada na política brasileira. É um novo viés do caráter sistêmico da estratégia petista rumo a consolidação da sua hegemonia partidária. Em sua ética totalitarista, não diferente de outros partidos, o PT segue a cartilha onde os fins justificam os meios na manutenção do seu poder. Plantar confusões, dossiês falsos em tempos de política é uma forma turbinada de promover a confusão. Onde há confusão não há clareza e o fácil domínio do curral.
Esta tem sido a temática das campanhas na política brasileira, entre os partidos. Enquanto transformam o país inteiro num puteiro, o povo sofre sem mecanismos concretos de governos.
O fundamentalismo petista é perigoso. Utilizando do seu aprendizado contra a ditadura estão a promovê-la. Ao se apropriarem da cultura do povo brasileiro, da nossa história e da memória coletiva vão semeando falsas ilusões e promovendo mensalões psicológicos. Quer dominar um povo promova pão, circo, distorções na repetição constante de meias verdades.
A presidente usa de psicologia barata ao afirmar que quem faz críticas à condução do país não acredita no Brasil. Uma coisa é o Brasil, outra é a condução do Brasil pelo governo Rousseff. Quando Dilma não era governo fez muita crítica e faz aos governos anteriores. Por isso não acreditava no Brasil? Acreditamos no Brasil e na capacidade dos brasileiros que fazem oposição a qualquer tipo de governo e partidos que querem se apropriar da nossa cultura, trabalho e riquezas.
A alternância de governos ainda é o melhor remédio para este comportamento usual por todos os partidos e governos que assumem o poder.
“Quando um partido político que está no Governo se transforma numa seita fundamentalista com dificuldades em aceitar o contraditório, a democracia nos assegura o melhor remédio para evitar o pior: a alternância do poder. É esse cenário que vislumbro para as eleições presidenciais deste ano”, afirmou Jarbas.
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SUICÍDIO ENERGÉTICO
Continuamos com as coisas muitos precárias no Brasil, mesmo com as privatizações ou concessões como prefere a presidente Dilma. Água e energia elétrica são o grande mercado.
Estamos vivendo um suicídio hidroenergético?
Querem mudanças radicais dos povo que consome, mas não se fala na responsabilidade do governo no investimento em tecnologia de fontes de energias renováveis. Enquanto o Brasil caminha em suas políticas de hidroelétricas, países como a Alemanha entendeu a necessidade de investimento em energia solar.
Será que é tão caro e inviável o investimento em energia solar com aponta a maioria que prefere gastar milhões na construção de hidroelétricas e no alagamento de grandes territórios. Quem ganha realmente com este mercado? Os apagões continuam no governo atual que tanto criticou os governos anteriores agora responsabiliza os raios. A verdade é que estamos totalmente dependentes somente deste tipo de energia.
O desenvolvimento do mercado de energia solar fotovoltaica no Brasil ainda é embrionário. Energias renováveis, como a solar, geram os chamados empregos verdes, desenvolvimento, emprego e renda. O Brasil tem uma “mina de ouro” em recurso solar.
Mina de ouro uma contradição humana ao tentar fazer a coisa mais certa é que selos ecológicos significa o aumento de preço nos produtos, o que não incentiva e nem educa a grande maioria na prática do ecologicamente correto.
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“PÁTRIA MADRASTA VIL”
REDAÇÃO DE ESTUDANTE CARIOCA VENCE CONCURSO DA UNESCO, COM MAIS DE 50.000 PARTICIPANTES.

Imperdível para amantes da língua portuguesa, e claro também para Professores, Advogados, Magistrados, Senadores, Deputados, Vereadores, Operários, povo simples de todas as partes de nosso país, Engenheiros, Administradores de Empresa, Jornalistas e outros formadores de
opinião, Donas de casa, Empresários, empregados de todas as categorias, inclusive Sindicalistas, políticos em geral e alguns em particular.
Isso é o que eu chamo de jeito mágico de juntar palavras simples para formar belas frases.
Tema: ” Como vencer a pobreza e a desigualdade”
Autora: Clarice Zeitel Vianna Silva
UFRJ – Universidade Federal do Rio de Janeiro – Rio de Janeiro – RJ
“PÁTRIA MADRASTA VIL”

Onde já se viu tanto excesso de falta?
Abundância de inexistência…
Exagero de escassez…
Contraditórios?
Então aí está!
O novo nome do nosso país!
Não pode haver sinônimo melhor para BRASIL.
Porque o Brasil nada mais é do que o excesso de falta de caráter, a
abundância de inexistência de solidariedade, o exagero de escassez de responsabilidade.
O Brasil nada mais é do que uma combinação mal engendrada – e
friamente sistematizada – de contradições.
Há quem diga que ‘dos filhos deste solo és mãe gentil’, mas eu digo
que não é gentil e, muito menos, mãe.
Pela definição que eu conheço de MÃE, o Brasil, está mais para madrasta vil.
A minha mãe não ‘tapa o sol com a peneira.’
Não me daria, por exemplo, um lugar na universidade sem ter-me dado
uma bela formação básica.
E mesmo há 200 anos atrás não me aboliria da escravidão se soubesse
que me restaria a liberdade apenas para morrer de fome. Porque a
minha mãe não iria querer me enganar, iludir.
Ela me daria um verdadeiro Pacote que fosse efetivo na resolução do
problema, e que contivesse educação + liberdade + igualdade. Ela sabe
que de nada me adianta ter educação pela metade, ou tê-la aprisionada
pela falta de oportunidade, pela falta de escolha, acorrentada pela
minha voz-nada-ativa.
A minha mãe sabe que eu só vou crescer se a minha educação gerar
liberdade e esta, por fim, igualdade.
Uma segue a outra…
Sem nenhuma contradição!
É disso que o Brasil precisa: mudanças estruturais, revolucionárias,
que quebrem esse sistema-esquema social montado; mudanças que não
sejam hipócritas, mudanças que transformem!
A mudança que nada muda é só mais uma contradição.
Os governantes (às vezes) dão uns peixinhos, mas não ensinam a pescar.
E a educação libertadora entra aí.
O povo está tão paralisado pela ignorância que não sabe a que tem direito.
Não aprendeu o que é ser cidadão.
Porém, ainda nos falta um fator fundamental para o alcance da
igualdade: nossa participação efetiva; as mudanças dentro do corpo
burocrático do Estado não modificam a estrutura.
As classes média e alta – tão confortavelmente situadas na pirâmide
social – terão que fazer mais do que reclamar (o que só serve mesmo
para aliviar nossa culpa)…
Mas estão elas preparadas para isso?
Eu acredito profundamente que só uma revolução estrutural, feita de
dentro pra fora e que não exclua nada nem ninguém de seus efeitos,
possa acabar com a pobreza e desigualdade no Brasil.
Afinal, de que serve um governo que não administra?
De que serve uma mãe que não afaga?
E, finalmente, de que serve um Homem que não se posiciona?
Talvez o sentido de nossa própria existência esteja ligado,
justamente, a um posicionamento perante o mundo como um todo. Sem
egoísmo.
Cada um por todos.
Algumas perguntas, quando auto-indagadas, se tornam elucidativas.
Pergunte-se: quero ser pobre no Brasil?
Filho de uma mãe gentil ou de uma madrasta vil?
Ser tratado como cidadão ou excluído?
Como gente… Ou como bicho?
Premiada pela UNESCO, Clarice Zeitel Vianna Silva, 26 , estudante
que termina Faculdade de Direito da UFRJ em julho, concorreu com outros 50 mil estudantes universitários. Ela acaba de voltar de Paris, onde recebeu um prêmio da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) por uma redação sobre ‘Como
vencer a pobreza e a desigualdade.’ A redação de Clarice intitulada ‘Pátria Madrasta Vil’,foi incluída num livro, com outros cem textos selecionados no concurso. A publicação está disponível no site da Biblioteca Virtual da UNESCO.
Por favor, divulgue para todo o país.
Aos poucos iremos acordar este “BRASIL “
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O RAIO QUE O PARTA
“sistema precisa ser à prova de raios”
Em 2012, durante café da manhã com jornalistas, Dilma disse que quem ouvisse que raio derruba o fornecimento de energia deveria gargalhar.
Um raio pode ter sido a causa do apagão que desligou o fornecimento em 13 Estados mais o Distrito Federal.
Deveríamos mesmo gargalhar com tal resposta a um problema reincidente?
Thomas Traumann como Ministro da Educação trouxe a informação educativa. O Brasil é um dos países com maior quantidade de raios no mundo“.
Como jornalista se adapta às táticas dos dados que corroboram e justificam a isenção das culpabilidades e a culpabilidade da natureza e a natureza da culpabilidade.
Os dados corroboram tanto que o Brasil é um dos países com maior quantidades de raios, quanto, que apesar deste fato, não aprendemos a resolver o problema dos raios com relação aos apagões. Nem nossos apagões eleitorais.
No caso do PT, em época de campanha, um raio é a solução.
Raios que partam todos nós!
Os raios solares que nos ensinem neste verão de temperatura recorde.
No país das políticas hidroelétricas a energia solar é um castigo.
Nos castigamos no continuísmo das nossas precariedades, mesmo com as privatizações ou concessões como prefere a presidente Dilma.
E são estas mesmas precariedades que levam às concessões e a quebra de contrato com os governos por se declararem incapazes de gerenciarem pelo que pagamos. Pagaremos mais precariedades para que as concessões abundem?
Nossas sagradas políticas religiosas estão no escuro.
Poderíamos decidir a quem pagar?
Poderíamos decidir não pagar em dobro pela ineficiência de um sistema a prova de raios?
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