SANTO EXPEDITO
Tentado por um demônio em forma de corvo que gritava cras! cras! (em latim, “amanhã”), que surgiu para adiar sua conversão, teria pisado a criatura dizendo hodie! (“hoje”), significando sua disposição heroica de converter-se de imediato.
A hipótese é de que o nome Expedito tenha derivado de spedito, palavra inscrita numa caixa com relíquias de um santo desconhecido retiradas das catacumbas de Roma e enviada a Paris no século XVII.
Spedito em italiano significa “enviado” ou “rápido”, o que pode significar que a escrita na caixa era uma marca diferenciando-a de outras caixas despachadas. O envio deveria ser rápido e com presteza ao seu destino. As freiras interpretaram a inscrição como se fosse o nome do santo e passaram a divulgar sua devoção.
Santo Expedito, apesar de nada se saber a respeito da sua vida e questionarem se de fato ele realmente existiu, a possibilidade é que foi martirizado. Pré requisito de todo santo, o martírio.
Não questiono a existência de Expeditos. Menos ainda dos demônios do amanhã.
HOJE! Nada de protelações! É pra já!” É por isto que o Santo Expedito é invocado nos casos que exige solução imediata, nos negócios em que qualquer demora poderia causar prejuízo.
No Brasil, sobretudo, Santo Expedito!
Abrir e fechar empresa no Brasil, infelizmente eu reconheço, é uma via sacra”, disse. “É necessário comparecer a vários balcões, apresentar vários documentos e cumprir exigências muitas vezes redundantes, duplas, triplas. Se gasta muito tempo e se gasta dinheiro”, reconheceu a presidente em entrevista à rádio Itatiaia, de Belo Horizonte(MG).
E a corrupção, esqueceu a presidente.
A burocracia corrompe. A corrupção corrói.
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HIEROFANIAS CÓSMICAS
Muito dinheiro no bolso, saúde para dar e vender!
O homem que optou por uma vida profana não consegue abolir por completo seu comportamento religioso. A existência profana jamais se encontra em seu estado puro.
O mundo moderno jamais se dessacralizou. Este sentimento de “sacralização” fomenta as morais, as políticas e o poder financeiro.
A religiosidade nasceu da necessidade diante da perda do território. O mito de Adão e Eva e a perda do paraíso expressa claramente este fato.
A terra prometida dos judeus o paraíso dos cristãos é a transformação deste fato. Os cristãos vindo de uma maioria escrava e subjugada criaram um mundo após a morte sem sofrimentos, um reino perfeito com rua e casas de ouro. É esta maioria escrava que ainda espera, nos seus rituais dessacralizados e estereotipados a solução de governos ou líderes religiosos. Talvez uma preguiça em assumir a responsabilidade pela sua vida, quer sacra ou profana.
Como manadas oscilam no vai e vem das ondas da propaganda.
Financeiramente cada um constrói seu paraíso.
O mercado financeiro utiliza dos símbolos. Fragmentados e destituídos de uma clara significação, assumem a experiência individual e se transformam em atos espirituais.
Arraigado no inconsciente as simbologias buscam assegurar a integridade dos que se proclamam a-religiosos, e os que creem.
O mito judaico cristão da primeira queda a religiosidade caiu no nível da consciência dilacerada, separada.
A moderna humanidade interpretada como uma segunda queda, esta dilaceração da consciência se dá pelo poder do mercado financeiro. A exploração do caos obtendo lucro.
E as hierofanias cósmicas transformaram-se em imagens fantasmagóricas no mais profundo do inconsciente da humanidade. Seus rituais religiosos, sacros, milenares representam a busca de outro tipo de poder. O poder financeiro.
«Dai, pois, a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus.»
Em que circunstâncias seria desejável para um cristão se submeter à autoridade terrena?
Nada mais atual diante do valor do dólar. Se é que ainda tem valor real. Do abuso dos governos e líderes religiosos na cobrança de impostos e dízimos. Muda-se o teatro, mas o palco e o conteúdo continuam o mesmo.

O touro é símbolo de crescimento e ganhos, e é tão importante que há inclusive uma estátua de bronze do animal em Wall Street.
Universalmente somos ainda uma minoria escrava, vagando pelo deserto na busca de um território, sendo explorados pelos dez mandamentos do sistema, julgados e condenados a não entrarmos na terra prometida por que adorarmos bezerro de ouro.
Esperamos que o maná caia do céu!
E no que tange a santos e hierofanias cósmicas aplicadas as políticas desde mundo, o melhor é adotarmos a posição de São Tomé, tão discriminada pelos cristão: “ver para crer”.
O equilíbrio e o paradoxo da fé paulina em Hebreus definida como o firme fundamento das coisas que se esperam, e a prova das coisas que não se vêem.
O que se vê não necessita ter fé.
E o que temos visto? Promessas de fatos que não vemos.
“Jesus disse: Se vossos guias vos disserem: ‘o reino está no céu’, então as aves vos precederam; se vos disserem que está no mar, então os peixes vos precederam. Mas o reino está dentro de vós, e também fora de vós. Se vos conhecerdes, sereis conhecidos e sabereis que sois filhos do Pai Vivo. Mas, se não vos conhecerdes, vivereis em pobreza, e vós mesmos sereis essa pobreza…”
“Dai a a César o que é de César, e dai a Deus o que é de Deus – e dai a mim o que é meu.” ( Evangelho de Tomé vs. 3 e 100)
Leitura recomendada: O SAGRADO E O PROFANO Mircea Eliade (pdf livro)
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O BOLSA FAMÍLIA PODE SE TORNAR LEI PERMANENTE
Aécio promete transformar Bolsa Família em programa de Estado
Adversário da presidente Dilma Rousseff nas eleições de 2014, o senador Aécio Neves (PSDB-MG) apresentou um projeto de lei que transforma o Bolsa Família em um programa de Estado.
O benefício que é a principal bandeira eleitoral da presidente Dilma seria incorporado à LOAS (Lei Orgânica de Assistência Social) para se tornar permanente, atrelado às políticas públicas de assistência social e erradicação da pobreza no país.
O projeto de Aécio é uma reação às declarações do ex-presidente Lula de que, se a oposição assumir o comando do país, poderá extinguir o Bolsa Família. Aécio disse que as famílias cadastradas no programa não podem conviver com o “terrorismo” de sua extinção, com ameaças feitas por aliados da presidente que desejam se “perpetuar no poder”.
“Toda véspera de eleição, há sempre a tentativa de colocar o Bolsa Família como patrimônio de um partido ou de um governo. Não é. O Bolsa Família, a partir da aprovação desse projeto –que eu espero que ocorra com o apoio do PT, porque se não ocorrer esse apoio é porque querem eternizar a utilização política do programa– queremos transformá-lo em uma política de Estado. Não há mais espaço para manipulação eleitoral de um programa importante”, afirmou.
Aécio apresentou o projeto no dia em que o governo realizou solenidade para comemorar os dez anos do Bolsa Família, com a presença de Dilma e Lula. O tucano disse que sua maior homenagem aos beneficiários do Bolsa Família é “tirar-lhes o tormento, a angústia de serem atemorizados pela irresponsabilidade e leviandade de alguns que acham que seus adversários irão interromper o programa”.
Não somos contra nenhum programa de governo que objetiva melhorar as condições da sociedade, principalmente das minorias ou maiorias pobres e desassistidas que sofrem pela sua condição em decorrência dos próprios governos. E o que os governos fazem é muito pouco diante das grandes necessidades.
O que seus projetos políticos tem como intensão não é a real transformação, mas a manutenção do poder com base em políticas assistencialistas que levam à dependência psicológica, financeira e institucional.
E todos usam os mesmos mecanismos de terrorismo eleitoral ou promessas de transformação.
Antes do Bolsa Família ter a posse como marca do governo do PT, ser o programa chave do governo Lula-Dilma foi pelo próprio Lula, por conveniência pragmática em discurso eleitoreiro, demonizado pelo ex-presidente.
Parabéns por ter dado alimento para quem têm fome. Mas consciência política, educação para a vida sem a necessidade da degradação humana na manutenção do assistencialismo, ainda falta muito, tanto para os governos quanto para a população.
E os governos não estão “dando”, como fazem pensar a maioria. Todos pagamos caro por todo este sistema. E será que precisamos deste tipo de intermediação mantenedora da escravidão?
Não é Dilma, Lula, Aécio ou qualquer outro partido que nos prestam favores. Temos a obrigação ou o medo?
Retribuiremos como ovelhas nas urnas da continuidade deste sistema.
Quem faz a revolução e a transformação é a clareza do povo.
Somos preguiçosos pela nossa liberdade.
Enquanto formos preguiçosos delegando a partidos e candidatos o direito de nos governar a seu bel prazer, somos os responsáveis pela nossa própria miséria, nosso abuso institucional e nossa condição de submetidos a violência dos governos.
O que temos feito é apenas murmurar.
FONTE:Folha de São Paulo
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ELEIÇÕES LIMPAS
Nos velhos hábitos do Congresso continuamos com um governo falido que necessita da constância do “troca troca” para a aprovação de projetos paroquiais de cunho eleitoreiro e ganhos pessoais que não comportam as necessidades da população, mesmo tendo sido as manifestações, o acontecimento mais marcante este ano no Brasil.
Nossos congressistas jamais vão aprovar projetos que vão contra a sua ideologia, “o se dar bem”.
Um governo recorde no arrecadameno de impostos aumentam a carga tributária, como é o caso do IPTU em São Paulo e Florianópolis. O impacto erá duplo para as famílias pagarão para a prefeitura e no repasse nos preços dos produtos e serviços que ficarão mais caros
Deveríamos fazer uma fogueira com todos estes carnes de impostos em manifestação contra esta medidas abusivas que não trazem nenhum retorno para a população.
Projetos como o que veta a doação de empresas para campanhas não entusiasma a Câmara e a maioria não quer votar.
O sistema que temos hoje é um sistema político totalmente desigual e elitizado pela força do dinheiro privado.
Imagine se os congressistas vão concordar com um projeto que lhe tire a maior fonte de dinheiro para a campanha política dos deputados e senadores, perdendo o privilégio e os desvios de campanha no famoso caixa dois.
No caso do congresso o mau hábito histórico da grande maioria dos parlamentares impedem a mudança dessa regra. Uma lei só beneficia grandes partidos, e os partidos que estão no poder.
Saiba quais são aqueles que estão boicotando a votação e dê o troco nas próximas eleições. As doações de campanha fomenta a corrupção, pois ninguém dá nada de graça.
O povo já banca eleições caras e absurdas. E os partidos e políticos não satisfeitos ainda desviam muito dos setores sociais para bancar a manutenção do seu poder.
Eleições Limpas é um projeto para a reforma política proposto pelo movimento que criou o Ficha Limpa. Assinando esta proposta nós ainda podemos ter eleições justas, democráticas e transparentes já em 2014. Para isto entre no blog Eleições Limpas e assine.

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OS ATRASOS DO GOVERNO PT
Os experimentalismos do governo de Dilma Rousseff mais uma vez demonstra seu despreparo em
governar. Creditado como um governo técnico a presidente ainda que necessita de Lula como seu maior cabo eleitoral para seu continuísmo no poder. Gerencialmente, se apoia em decisões imediatistas que demonstram também sua inabilidade gerencial. Lançam frequentemente decisões esperando as reações para depois desdizer o que foi dito., Esta tem sido a falsa metamorfose de Dilma, gerando desconfiança.
Este comportamento é verificado no caso dos freios ABS e airbag após o anúncio do ministro Mantega que como o planejado não devem mais ser obrigatórios em 2014.
‘Possivelmente, vamos adiar a entrada em vigor’, diz ministro da Fazenda.
A preocupação do governo é com o preço do carro, que subiria até R$ 1,5 mil.
Traduzindo as preocupações do governo, em ano de eleição, inflação que esta alta.
Em vez do governo cortar seus gastos descomunais, o que mais gera inflação, corta o direito dos brasileiro de terem tecnologia e segurança.
Nosso produto interno Bruto (PIB) foi o pior entre todos os países do G-20 no terceiro trimestre de 2013. Resultado negativo que demonstra a incompetência da política econômica da presidente Dilma Rousseff, e do seu ministro Guido Mantega.
Qual seria o mistério do prestígio de Mantega e sua manutenção por Dilma no cargo tendo resultados tão ruins. Qualquer microempresa já o teria demitido. e não é apenas no setor automobilísticos tão protegido pelo governo. Continuamos a pagar muito caro por carroças.
E pagamos caro pelas vidas perdidas nas estradas.
O carro particular desde a Segunda Guerra Mundial é um fenômeno de massa artigo de consumo e símbolo de status social. E estes aspecto são impulsionados pelo forte aparato de propaganda das economias capitalistas, que destacam a mobilidade individual e a prosperidade material sem precedentes.
E vemos hoje a crise as cidades decorrente também da falta de investimento do governo em mobilidade urbana tanto individual quanto coletiva.
Logo, pagamos caro por um produto de qualidade ruim, pela falta de condições e segurança nas estradas.
Este é um dos fatores de deflagou a grande mobilização de massa nas manifestações de junho.
Estas manifestações que cobram do governo condições de saúde. E saúde começa nos investimento em infra estrutura, tecnologia que amenizem as condições de risco.
E na contramão disto tudo, o governo em seu projeto de poder a qualquer custo não prioriza as condições a salubridade da população.
Nosso modelo de política arcaica na mão do governo do PT representado pela presidente Dilma Rousseff está colocando o Brasil no atraso.
Difícil para nós, brasileiros, é engolirmos estes anos de retrocesso de gestão do PT, mestre em promessas e demagogia.
O PT com sua politicagem freia o progresso e, pior sem a tecnologia de ponta na segurança dos freios ABS e airbag. Somos obrigados a dirigir por estradas perigosas, isto quanto há mobilidade, veículos ruins e caros. Um sistema que promove a doença sem oferecer condições de tratamento.
Enfim, estamos todos mancos e sequelados na nossa esperança de ver um Brasil melhor.O Brasil é um país continental com mais de 200 milhões de habitantes, a sétima economia mundial, com tudo para crescer e progredir, mas é administrado de forma amadora e incompetente.
Os resultados são a derrocada da Petrobrás e um enorme desperdício de talentos e potenciais.
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O SIMPLES SE TORNOU COMPLICADO
Governo bate recorde e arrecada meio trilhão em impostos em seis meses.
A Arrecadação de novembro superou R$ 110 bi e foi recorde segundo Mantega.
Centenas de bilhões são transferidas dos cofres da União diretamente para os ancos, como juros de dívida. Trata-se de um mecanismo criminoso.
A classe operária, o microempreendedor, o pequeno produtor e o consumidor são expropriados cada vez mais com o aumento de impostos que não são revertidos na melhoria dos serviços públicos e nas condições da vida de população.

A peça fundamental na estratégia do presidente Luiz Inácio Lula da Silva de marcar o seu governo com o diferencial da inclusão social, o Banco Popular do Brasil – voltado para conceder empréstimos às pessoas de baixa renda que nunca tiveram uma conta bancária, e microempresários portadores do MEI se encolhe.
O motivo, segundo o Banco do Brasil é a inadimplência.
A instituição diz acumular números desanimadores com os prejuízos que somam R$ 47,6 milhões. Pelo menos 24% dos créditos concedidos não estão sendo pagos.
Contudo, o governo e o BB não leva em conta o lucro que o governo tem ao formalizar o trabalhador informal.
Pesquisando na rede não encontrei nenhum percentual indicativo do lucro da arrecadação do MEI ao formalizar o microempreendedor. Um dado no mínimo estranho.
Para a União, o aumento na formalização é um grande passo a medida que aumenta a arrecadação de tributos e a geração de riqueza para os cofres públicos, movimentando a economia do país.
E o governo mudou as regras para aqueles que pagam assiduamente o MEI e tentam entrar no programa de Microcrédito Produtivo Orientado – MPO.
O MPO, crédito que o Banco do Brasil oferece para atender as necessidades financeiras de pessoas físicas e jurídicas empreendedoras de atividades produtivas de pequeno porte já não é mais o mesmo.
As vantagens oferecidas de atendimento ao cliente por meio de relacionamento direto com funcionários do Banco, preparados para orientar e acompanhar o desenvolvimento sustentável dos seus negócios não é bem assim.
Com o aumento dos juros e da ganância do Banco do Brasil, o mesmo credor que fez uso do MPO, pagou tudo em dia, não consegue mais a facilidade de renovar o contrato de crédito. O BB está exigindo mais do cliente. Hoje é necessário um avalista para concretizar a operação. Eles nem levam em conta a relação que teve com o cliente durante o período do seu primeiro empréstimo junto ao banco.
O BB não dá crédito no MPO e em contradição se comporta como um grande usurário oferecendo outras linhas de crédito com taxas muito mais altas, uma verdadeira extorsão.
A arrecadação do governo federal tem sido a grande fonte para alimentar a corrupção e a transferência do dinheiro público para os capitalistas.
Só em junho, foram R$ 97,7 bilhões, e de janeiro a julho a cifra acumulada de R$ 555 bilhões, um aumento de 13,98%., esse foi o informe dado nesta quinta-feira (18) pela Secretaria da Receita Federal.
A Receita Federal informou que este é o sétimo mês consecutivo que a arrecadação bate recorde.
Com esse montante, que deixa de lado a arrecadação de varias outras empresas capitalista, já seria suficiente para promover um enorme crescimento econômico no País.
E este crescimento não chega, não se melhora as condições dos microempresários e nem da população em geral.
O que ouvimos é apenas as belas propagandas da Caixa Econômica e do Banco do Brasil na falácia do discurso demagógico do governo em plena campanha para reeleição.
Conheça mais sobre a linha BB Microcrédito Empreendedor direcionada ao público pessoa jurídica.
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APARTHEID FINANCEIRO
Raros são os que trazem luz na avassaladora escuridão do mundo que gera a escravidão, o racismo e a miséria. Mais raros são as personalidades políticas que entendem a responsabilidade do poder. Não buscam a sua manutenção a qualquer custo em detrimento do sofrimento humano, implementando políticas de domínio e enganação.
Enquanto conservadores como Boris Johnson, acende o pavio ao dizer que as diferenças socioeconômicas se deviam ao quociente intelectual, mostrando o que realmente pensa e defende essa minoria, morre uma semente que deixa o seu legado plantado no coração da humanidade.
Os sul-africanos acordaram para viver um futuro sem Nelson Mandela. Alguns reconhecem temer que a morte do herói da luta contra o apartheid possa deixar o país vulnerável a tensões raciais e sociais que ele lutou tanto para combater.
E não apenas os sul-africanos, mas o mundo deve sempre temer o que ainda prevalece. Pensamentos como de Boris Johnson que resumem a “naturalidade” dinâmica mercantil da expressão inglesa: business as usual, ou seja, um negócio comum, como outro qualquer que tem sido a escravidão humana no mundo, que enriqueceu e enriquece.
Não são as diferenças de pele, de religião, de QI, mas a ganância e a facilidade com que líderes mundiais semeiam não a luz de Mandela, mas sim a escuridão das guerras e divergências.
A África do Sul vive crescentes conflitos e protestos contra serviços precários, pobreza, criminalidade, desemprego e escândalos de corrupção que atingem o governo de Zuma.
A Europa vive o crescente aumento da pobreza. Será por problemas de QI?
O Brasil também vive suas tensões raciais, corrupção e luta por melhores condições sociais.
Hoje quem escraviza, além da corrupção dos partidos é o mercado financeiro, o trabalho escravo, o juro escravo acolhido pelos governos que sugam o poder de melhores condições sociais.
A partida de Mandela é o começo da nossa missão contra todo tipo de apartheid.
Se observarmos bem tranquilamente, todo apartheid é financeiro. Semeando as diferenças raciais, a moral do apartheid é o domínio dos recursos do planeta, quer sejam humanos ou naturais.
A luz de Mandela está sempre em nossos corações.
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Movember: A Sáude do Homem Através dos Bigodes
Movember é oficialmente uma data em que, através do cultivo do bigode visa aumentar aconscientização sobre as questões de saúde dos homens, ou seja, câncer de próstata e testicular.
Ao incentivar os homens a cultivar bigodes – ou “Mo” – ao longo de novembro, os criadores da campanha o objetivo de mudar “a cara da saúde dos homens” e espalhar a consciência.
Nos 30 dias de novembro, segundo o site oficial da campanha, “Através de suas ações e palavras quer sensibilizar mediante discussões públicas e privadas em torno da questão frequentemente ignorada “a saúde dos homens.”
Homens são convidados a começar o mês bem barbeado. Do dia 01 de Novembro até o final do mês (30) deixar crescer o seu bigode no total de 30 dias, recebendo amigos, familiares e colegas para doar a seus esforços. As mulheres também são encorajados a participar da campanha, iniciando equipes e arrecadar dinheiro.
Parceiros da campanha deste ano, com a Fundação do Câncer de Próstata e da Fundação LIVESTRONG para financiar diretamente pesquisa sobre essas doenças e tratamentos para financiar outros programas de apoio para os homens.
A cada ano, cerca de 242 mil homens americanos são diagnosticados com câncer de próstata, além de mais de 28 mil mortes. O câncer de testículo – o que é mais comum em homens jovens ou de meia-idade – causas mais de 8.500 novos casos por ano, e mais de 350 mortes.
Movember foi iniciado em 2003, em Melbourne, na Austrália por dois caras que queriam “trazer de volta” o bigode à moda. No ano seguinte, juntou-se com o Prostate Cancer Foundation da Austrália e tornou-se uma causa de caridade. Em 2007, Movember tinha feito o seu caminho para os Estados Unidos.
No ano passado, Movember levantou mais de US $ 15 milhões para causas de saúde dos homens nos Estados Unidos e este ano os organizadores dizem que 21 países vão participar em campanhas.
Para mais informações sobre as campanhas em os EUA, visite o site da Movember.
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O BIGODE FILOSÓFICO: VITIMOLOGIA E A MORAL DO ESCRAVO
Na teoria social de Nietzsche, existem duas morais, a moral de escravo e a moral do senhor.
A moral do escravo é a moral do ressentimento, da reatividade que inverte todas as éticas de valoração.
É uma atitude psicossocial de convergência, em que o sistema vigente, seja ele político, social, econômico ou religioso, domestica a pessoa humana, conformando-a a suas normas.
É uma forma de resguardo estrutural no controle das consciências, restabelecendo sempre e frequentemente as ideologias adequadas às suas práticas da sua sustentação. Sua fórmula é o , convencimento dos oprimidos que eles estariam nua boa se não fosse o sistema. É o sistema que os colocam na rua da amargura. Assim foram os discursos de Stalin, Hitler, Pinochet e ditadoras militares do Brasil, e ainda existe este eco na política brasileira. e em nossos discursos diários.
O problema é que ninguém é o sistema e nem faz parte dele na sua manutenção. Envoltos nesta espiral de espinhos, mesmo mudando-se as classes, o discurso permanece o mesmo. E o sistema criado pelo pensamento também continua o mesmo.
Assim, apesar de todo movimento reativo, é um sistema moral que produz a passividade messiânica, o senso de dever e do controle das emoções a partir da aceitação da autoridade, da tradição e da hierarquia. É o típico pensamento que valida o status-que gerando o medo, o pânico às mudanças e às transformações sócio políticas e financerias.
Assim surge a moral do escravo como uma perversão.
Podemos identificar essa moral nas manobras de massa em políticas e campanhas institucionais dos governos.
Na ditadura a campanha era “este é um Brasil que vai pra frente…”.
No governo Sarney, “inflação zero”.
No de FHC, a propaganda do Real e da inflação em baixa.
No governo Lula e Dilma a constante da redistribuição de renda e inclusão social.
E o que realmente mudou nestes anos de governos?
O povo assume a patriótica missão de equilibrar o cash do governo dilapidado pelo seu próprio sistema. Esquecem que é o próprio governo que determina e mantém este sistema nas suas coalizões partidárias, suas aliança de potências, e formação de carteis políticos e econômicos.
A moral do escravo é um tipo de lavagem cerebral que o sistema realiza na massa atrasada, a fim de anestesiá-la, para que lucro seja privatizado e o prejuízo – honrosamente – socializado.
Segundo Nietzsche, este sentimento é tão comum e presente na maioria dos homens na sua inseparável orientação moral judaico cristã que leva à crença da sua natural inerência ao homem. Esta é a origem e o uso do pecado, da culpa, e do ressentimento como manutenção do escravo.
E por isto fica fácil aos governos na hora que necessitam utilizar deste construto. A maioria está acostumada a repressão dos seus impulsos ativos.
Isto torna o homem apenas reativo por viver limitado a conservação da sua existência, e não ativo no sentido de construir a sua existência na responsabilidade para uma vida criativa e geradora de novos valores . Isto só faz multiplicar o seu sofrimento.

Cria a necessidade de viver cada vez mais submetido às promessas de recompensa oferecidas pelo poder ao qual está submetido, seja ele o poder sacerdotal, pelo poder político e financeiro.
Neste estado o homem ignorara o aspecto primordial da existência que é a criação. É somente por meio da efetuação da sua natureza que o homem torna-se capaz de criar novos valores, de afastar para longe de si a culpa e o ressentimento.
E criação e a construção de novos valores é a moral do senhor.
E o PT na sua apologia à vitimologia após a prisão dos mensaleiros, em sua antiga moral de escravos acredita que são vítimas de um sistema que produz a corrupção política e judiciária.
Ou seja, são os únicos que sofrem a condenação pelas suas práticas de corrupção.Já não é mais um produtor e mantenedor do sistema, mas vítima do atual sistema político-eleitoral.
Segundo a Folha de São Paulo, esta é a A defesa foi apresentada na primeira versão do texto base do 5º Congresso Nacional do PT, que será aberto em dezembro, em Brasília.
Redigido por Marco Aurélio Garcia, assessor especial da Presidência da República, o documento afirma que o partido é “prisioneiro de um sistema eleitoral que favorece a corrupção”.
Não é apenas o PT e todos os partidos que são prisoneiros deste sistema corrupto e que favorece a corrupção. Todos estamos presos.
A diferença é que o PT está no poder e qual tem sido o exemplo do PT após galgar o poder.
Como os outros partidos que fazem parte deste sistema, em seu projeto de poder, o PT facilmente se adequou e participou desta mesa de negócios e se colocou historicamente como agente deste sistema do qual se acham vítimas.
Ao levantar a bandeira da ética como forma de fazer um contraponto ao escândalo que o atingiu o PT degenera ainda mais ética utilizando da mesma moral escrava ao avesso da história não produzindo nem um discurso que mude a mentalidade da maioria da população carente não apenas de educação, mas de um conhecimento que produza mudança a partir de uma perspectiva crítica.
O partido e volta a defender uma ampla reforma política.
Contudo as reformas feitas foram uma perfumaria no sistema.
Em discursos populistas feitos por representantes messiânicos o sistema continua o mesmo.
Para o eleitor nada muda.
Contudo, a troca de governos e a não manutenção de políticos de profissão pode ser um mecanismo de construção democrática e de ventilação do mofo do nosso Congresso Nacional.
Não necessitamos de ditadura petista e de nenhum partido.
Não adianta o PT não se responsabilizar pelos seus atos e emitir documentos como se fossem os salvadores de um Brasil ditatorial.
No fim do documento, o partido indica o que poderá ser o mote de campanha para a reeleição de Dilma Rousseff em seu discurso de reeleição compara o atual momento político com o fim da ditadura. “Quando saímos da noite da ditadura, soubemos dizer ‘Nunca Mais!’. Agora, depois de uma década de grandes transformações, afirmamos ‘Nunca menos!’.”
Quais foram esta tão grandes transformações? Como está as condições de saúde, educação, segurança pública e corrupção no Brasil do atual governo petista.
No texto, os petistas resgatam o discurso de que os problemas econômicos refletem a herança deixada por Fernando Henrique Cardoso, como recessão, juros abusivos, fortes pressões inflacionárias e vulnerabilidade externa.
Os juros continuam abusivos neste governo, houve o aumento da pobreza e a diminuição da miserabilidade com a mesma política de retirada das classes médias trabalhadoras que podem sim, dizer que foi ela que fez esta distribuição de renda tão aclamada como sua pelos lulistas.
Os gastos do governo e o endividamento público só aumentaram, sendo o que gera inflação, juros altos, condição do trabalho escravo para a maioria da população.
O governo tão contrário as privatizações segue a mesma cartilha.
O uso da máquina pública como o quintal privado da casa é comum nestes governos como em todos os outros.
Continuamos a sustentar os marajás disfarçados de parlamentares que defendem a democracia.
Na sua antiga e falsa ideologia de culpabilidade o PT continua comprometendo o governo anterior. Isto é democracia?
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OS PRESOS DO BRASIL
Ela explicou que suas observações tratam de aspectos humanitários. Dilma Rousseff disse que conhece o estado de saúde do parlamentar, portador de “uma doença extremamente grave do coração”.
Sem a mesma preocupação humanitária do governo, os presídios brasileiros são o retrato do estado injusto, desigual e discriminatório
O Brasil é o quarto país do mundo em população carcerária.
A Anistia Internacional avaliou como degradante as condições do sistema penitenciário brasileiro, onde os presos vivem em presídios superlotados e sofrem tortura. De acordo com o Informe 2011 da Anistia Internacional: O Estado dos Direitos Humanos no Mundo, divulgado nesta quinta-feira, a falta de controle efetivo sobre o sistema prisional resultou em uma série de problemas que provocaram diversas mortes no ano passado, principalmente durante rebeliões.
Segundo a organização, houve prática de tortura no momento em que pessoas eram presas, nas celas de delegacias, nas penitenciárias e no sistema de detenção juvenil. Além disso, em 2010, as prisões continuaram extremamente superlotadas, com os internos mantidos em condições que configuravam tratamento cruel, desumano ou degradante.
Atualmente, segundo dados do Departamento Penitenciário Nacional (Depen), 445,7 mil presos integram o Sistema Penitenciário do país. De acordo com o especialista em Brasil da Anistia Internacional, Patrick Wilcken, 40% dos presos ainda estão aguardando julgamento. “É evidente que esses números devem ser reduzidos, a fim de ter um sistema de justiça eficaz. Muitos dos detidos não estariam presos se tivessem tido acesso adequado à Justiça.”
Levantamento feito pelo Instituto Avante Brasil, com dados do InfoPen, do Ministério da Justiça, apontou um crescimento de 508,8% na população carcerária brasileira no período de 1990 a 2012, registrando 548.003 presos em 2012, uma taxa de 287,31 para cada 100 mil habitantes, em uma população de 190.732.694 habitantes, de acordo com o IBGE.
Esse crescimento foi muito maior, por exemplo, que a taxa de crescimento da população nacional, que não passou de 30%. Ou seja, enquanto a população cresceu 1/3, a população carcerária mais que sextuplicou.
Muito inferior ao crescimento da população carcerária foi o crescimento no número de vagas no sistema penitenciário no mesmo período. Em 2008 existiam 296.428 vagas, número que em 2012 chegou a 310.687, um crescimento de apenas 4%, resultando em 1,8 presos por vaga.
Outra taxa que continuou em ascensão em 2012 foi o número de presos provisórios. Dos 513.713 detentos custodiados no sistema penitenciário, 195.036 eram presos provisórios, ou seja, 37,9% do total de custodiados. Houve um crescimento de 25,1% no número de presos provisórios entre 2008 e 2012. Em 2012, essa população era de 94,5% de presos do sexo masculino e 5,5% do sexo feminino. No que tange o sistema de vagas a situação é ainda pior. Esses 195 mil presos estão distribuídos em 94.540 vagas, cerca de 2 detentos para cada vaga, um déficit de mais de 100 mil vagas.
FONTES:
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